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  • O DNA dos Números da Bíblia

O DNA dos Números da Bíblia

Torá - Guimátria
Autor: David Zumerkorn
SKU: 146984
Páginas: 456
Avaliação geral:

Trata-se de uma das obras mais completas da atualidade - na verdade, uma enciclopédia! - a respeito da Guimátria (Numerologia da Cabalá) e sua aplicação nos Códigos da Torá, do Zodíaco (horóscopo) de acordo com a Bíblia e o significado dos números e de nomes. Conta com distintas cartas de recomendação de rabinos do Brasil e do exterior.

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Disponibilidade: Imediata

Descrição

Trata-se de uma das obras mais completas da atualidade - na verdade, uma enciclopédia! - a respeito da Guimátria (Numerologia da Cabalá) e sua aplicação nos Códigos da Torá, do Zodíaco (horóscopo) de acordo com a Bíblia e o significado dos números e de nomes.

Conta com distintas cartas de recomendação de rabinos do Brasil e do exterior.

Edição de luxo em capa dura. 

 

Mas o que é Guimátria?

Guimátria é o método hermenêutico de análise das palavras bíblicas somente em hebraico, atribuindo um valor numérico definido a cada letra. É conhecido como "numerologia judaica" e existe na língua hebraica e principalmente na Torá (Pentateuco), para levar à luz segredos contidos nela.
A cada letra do alfabeto hebraico é atribuído um valor numérico, assim, uma palavra é o somatório dos valores das letras que a compõem. As Escrituras, então são explicadas de forma mais profunda, pelo valor numérico das palavras.

Tal lógica estava presente na produção do Midrash e disseminou-se mais durante a Idade Média. Foi e é, muito utilizada pelos cabalistas.

Palavras de iguais valores numéricos são consideradas como explicativas umas das outras e a teoria também se estende às frases. Assim como exemplo temos a letra Shin valor 300, número equivalente ao valor numérico das palavras Ruach Elokim (Espírito de Deus). A letra Shin é, portanto, um símbolo do Espírito de Deus - repare que o desenho da letra Shin existem três flamas.

Similarmente temos as palavras Echad (Um) e Ahavá (Amor), que possuem o mesmo valor numérico 13.

Índice e trechos

Sumário

Cartas de Recomendações
Sumário
Prefácio
Introdução

PARTE 1
Histórico
Tabela Comparativa dos Números da Torá A Torá
Tabela Avraham Avinu
O DNA, as Letras do Alef-Beit - Alfabeto Hebraico e Números Marcantes no Judaísmo
As Letras do Alfabeto Hebraico
A Bondade e a Severidade nas Letras do Alfabeto Hebraico Onde se Encontra a Sabedoria?
O Alfabeto Hebraico no Talmude
Métodos de Cálculo para Guimatriot e Permutações de Letras
Valor Absoluto
Valor Reduzido
Valor Parcialmente Reduzido
Valor Absoluto com Letras
Ordinal
Valor Ordinal [de Cada Letra] Elevado ao Quadrado
Valor Absoluto Elevado ao Quadrado
Valor de Cada Letra Elevado ao Quadrado
Número de Palavras Elevado ao Quadrado
Número Triangular
Somatório dos valores nos nomes das “letras”
Somatório dos valores dos nomes dos “números”
Combinação Intercambiada de Números e Nomes
Trocando Letras Formadas nos Mesmos Grupos de Pronúncia
A Transformação ATBaSh
Multiplicação do ATBaSh pelo valor da Letra
Somatório Espelhado (ATBaSh com o Valor Absoluto)
Somatório das Dez
Somatório da Multiplicação Interna
Somatório Acumulado Sequencial de Letras (Generativo)
Somatório do Valor de Cada Letra Multiplicado pelo Número de Letras Subsequentes, incluindo a si mesma
Somatório dos Valores Generativo e Degenerativo
A Transformação Achas-Beta
A Transformação ALBaM
A Transformação ATBaCh
A Transformação Aiy-Bach
A Transformação Ayak-Bachar
A Transformação Ach-Bi
A Adição do (1) Kollel
A União das Diferenças entre Letras
O Somatório Acumulado
A Transformação Abeg-Dahev
O Sistema Neelam
Valor Numérico das Vogais
Iniciais de Palavras
Finais de Palavras
Letras Finais do Nome da Letra
Letras Intermediarias
Letras Sequenciais
Sistema Ofanim
Somatório de Cada Letra Elevado ao Cubo
Número Estrela
Número de Letras ou Palavras
Substituição Múltipla com Letras Conectivas Números Marcantes no Judaísmo

PARTE 2
Alguns Nomes e Seus Valores
Valores e Alguns de Seus Significados de Acordo com a Torá Os Sete Céus e a Singularidade dos Nomes de D-us
O Eterno é Um e Seu Nome é Um
O Número Feliz e a Criação do Universo Os Nomes de Deus e os Patriarcas
O Shemá Israel
A Palavra Tsedaká e Nome Israel Kaf Diagrama Matemático do Nome Israel na Torá
 
PARTE 3
3,1415 - Pi (π)
A Série de Fibonacci na Bíblia Hebraica A Série de Fibonacci e o Número Pi (π)
O Cálculo da Lua Nova BaHaRaD, o Calendário Judaico e o Tempo O Ciclo Zodiacal Judaico
 
PARTE 4
A Precisão no Hebraico Bíblico O Número Especial
Algumas Curiosidades a Respeito do Número 1820 Amén - Eu Acredito
As Letras Hebraicas que Representam Números

PARTE 5
O Redentor - Mashiach (Messias)
Cálculo Estatístico de Palavras na Torá com Salto Equidistante de Letras Nomes Significados e Valores Numéricos
Anos de Adão até Moisés
Unidades Talmúdicas de Medidas Distribuição de Letras na Torá
As Expansões dos Nomes de D8us

O Ponto Central
O Alfabeto Hebraico Tabela de Transformações 1 Persegue o 1000
As Sefirot - Atributos
Echad Mi Yodêa (Um quem Sabe)?

Glossário
Tabela de Números do Tanach (Torá, Profetas e Escritos) Notas de Referência

Prefácio

Prefácio
Pelo Rabino Y. David Weitman

Passados poucos dias após a festa de Chanucá, ainda somos inspirados por sua luz e pelas 36 velas que acendemos durante os oito dias festivos.
Este número 36 não é mera coincidência. É sabido que na história de Chanucá a ferrenha oposição dos gregos-pagãos era principalmente à Lei Oral da Torá, quando eles proibiram várias práticas judaicas na Terra Santa, há cerca de 2.200 anos. Os macabeus lutaram contra os gregos e os expulsaram, e depois reiniciaram milagrosamente o serviço da Menorá (o Grande Candelabro) no Templo de Jerusalém, que resultou nas 36 velas que acendemos anualmente em Chanucá.

A Lei Escrita não incomodava tanto os gregos-pagãos como a Lei Oral, que são explanações diversas do texto bíblico. Na sua concepção limitada, eles não entendiam como interpretações rabínicas podiam ser consideradas sagradas. Todavia, é um princípio fundamental da nossa fé que a Lei Escrita e as interpretações da Lei Oral são Divinas e foram outorgadas juntamente no Monte Sinai.

Durante os seis dias da Criação, no Gênese, houve uma luz especial que brilhou durante 36 horas e depois foi ocultada pelo Criador. De acordo com as nossas tradições, esta luz original revela-se atualmente nas 36 velas de Chanucá e nos 36 Tratados do Talmud, que é parte da Lei Oral.

A Lei Oral possui 32 formas de interpretação da Torá. Somando-se a elas os quatro níveis de interpretação da Torá (Peshat, sentido literal; Remez, sentido alusivo; Drash, homilética moral; e Sod, sentido esotérico), chegamos a um total de 36 formas diferentes, demonstrando mais uma vez que a luz Divina original encontra-se nesses diversos métodos de interpretação.

O método da Numerologia Judaica (Guimátria) é uma dessas 36 formas de interpretação e consiste no fato de que cada letra do alfabeto hebraico possui um valor numérico. Assim, cada palavra ou conjunto de palavras tem um valor numérico que é a soma do valor numérico de suas letras.

O sistema da Guimátria existe somente no idioma sagrado, o hebraico. Apesar de que todas as línguas são convencionais e meramente uma ferramenta com a qual o homem constrói e expressa as suas ideias, no entanto há uma exceção. O hebraico - embora seja peculiar ao povo judeu - é o veículo para a palavra de Deus, usada para criar o universo. Consta nos livros místicos que as línguas humanas e convencionais são comparadas a tijolos, enquanto a língua sagrada é comparada a pedras. Tijolos são feitos pelos homens; pedras são feitas por Deus.

Antes do pecado na Torre de Babel e a consequente dispersão pelos quatro cantos do mundo, o hebraico era o único idioma existente e refletia a unidade de Deus no universo. Hoje, a presença de Deus neste mundo não se manifesta de forma evidente. A natureza, com sua variedade de elementos, oculta a unicidade do Altíssimo. Nossa missão na terra é revelar esta unidade Divina e demonstrar que a multiplicidade de aspectos no universo é apenas uma fachada, e sua independência, uma ilusão. O mundo e tudo que nele existe são criações do Todo-Poderoso, e "Sua glória preenche toda a terra".
Os nossos Sábios na Ética dos Pais já prezavam a ciência da Numerologia Judaica - a Guimátria (Pirkei Avot 3:18). Rabi Eliezer ben Chismá disse: "O cálculo dos ciclos da astronomia e o cálculo numerológico das palavras são condimentos da sabedoria". E como explicam os nossos comentários, esses cálculos abrem o apetite e incentivam as pessoas a se aprofundar mais no estudo da Torá.

Encontramos em diversos lugares que a Numerologia Judaica é usada como apoio para se tomar decisões haláchicas (legais), e grandes comentaristas clássicos da Torá são conhecidos por usar o método da Guimátria, como Rabi Yaacov Baal Haturim e Rabi Eliezer de Worms, o Rokeach.

Com relação à palavra Guimátria, existem várias interpretações. Alguns dizem que a raiz etimológica da palavra é grega, referindo-se à "geometria", que em hebraico passou a ter um sentido mais amplo, incluindo todo o tipo de cálculo e números. Alguns se aventuram e afirmam que "Guimátria" vem de duas palavras - gama e tria - que significa que a letra gama é a terceira letra do alfabeto grego, indicando a metodologia da Guimátria.

Todavia, parece-me interessante citar aqui a explicação do grande mestre e legislador Rabi Yossef Karo, o autor do Código da Lei, Shulchan Aruch: "Guimátria é composta por duas palavras Guei (vale) mitúria (da montanha)". Isto significa que quando somos confrontados com algo que não entendemos, parecendo uma montanha, a Guimátria a transforma num vale de compreensão.

Sem dúvida, a ciência da Guimátria desperta a alma e estimula a vontade de obter mais conhecimento Divino. Os segredos mais profundos da Torá encontram-se ocultos nas letras - os agentes criadores (DNA) deste universo -, e através dos diferentes códigos, valores numéricos e substituições de palavras desvendamos os mistérios Divinos neles embutidos. A Guimátria praticamente transforma a montanha num vale, assim como o vento dissipa as nuvens.

Grande e valioso é o trabalho do engenheiro Dr. David Zumerkorn, que praticamente conseguiu reunir e catalogar os diversos métodos da Guimátria com exemplos práticos e acessíveis, utilizando também a sua criatividade e originalidade. Grandioso é o fato de desvendar a numerologia judaica no vernáculo, permitindo assim que a chave desse conhecimento profundo esteja agora ao alcance daqueles que não são familiarizados com o hebraico. Sem dúvida, esta obra reafirma a unidade de Deus usando a língua das nações e revigora a fé dos leitores.

O Talmud afirma: "O homem tem inveja de tudo, menos de seu filho e de seu discípulo". É realmente uma grande satisfação ver um aluno crescer e progredir nos estudos, a tal ponto de ele hoje já ensinar e redigir o seu próprio livro, que já se transformou nas edições anteriores em um grande best-seller. Que o Todo-Poderoso o abençoe e a toda sua família com muita saúde e sucesso para divulgar cada vez mais a sabedoria da Torá.

E para os leitores, temos a certeza de que encontrarão neste texto uma forma de saciar a sua curiosidade sobre numerologia nesta obra baseada em textos talmúdicos e comentários clássicos autênticos. Lembramos, porém, que a Ética dos Pais, mencionada acima, chamou este tipo de ciência de "condimento". Qualquer tempero precisa ser acrescentado a um alimento principal, que é o estudo profundo da Torá, tanto a Lei Escrita como a Lei Oral. Ninguém se alimenta apenas de condimentos. É imperativo que se estude Torá, Talmud, Halachá (Lei Judaica), Midrashim e Chassidut de forma sistemática para lograr um conhecimento abrangente. E este excelente livro com toda a certeza servirá de grande estímulo no despertar para o estudo. 
Boa leitura!

*   *   *

Introdução

Desde pequeno gostava dos conceitos matemáticos e suas aplicações. Recordo-me que, ainda quando criança, desmontava-os e, na maioria das vezes, montava diversos objetos e em especial bicicletas, que meus queridos pais me compravam, além de dimensionar e construir vários carrinhos de rolimã, pipas, entre outros. Quando viajávamos de automóvel, gostava de brincar com meu pai, dizendo de cor, mesmo que naquela época não eram tantos quanto hoje, detalhes dos modelos e das montadoras de veículos, de forma que após muitos anos de dedicação, no decorrer de minha vida estudantil, acabei adquirindo um mestrado em Engenharia Mecânica.

O estudo aprofundado da matemática tem sido, historicamente falando, considerado por muitos como aristocrático e difícil, afora tantos outros adjetivos cabíveis. Particularmente na Engenharia Mecânica, assim como em outras engenharias, a matemática se faz bastante presente com significativa sofisticação e dificuldade, seja como base para as disciplinas físicas, seja em aplicações diretas ou indiretas nas áreas técnicas.

Números, para mim, sempre fizeram parte de uma linguagem de entendimento lógico. Conseguia verificar situações utilizando os números, como ferramenta para gerar harmonia e capitar conceitos que a princípio não compreendia.

Daquilo que me recordo, mesmo que institivamente, desde criança soube que a linguagem dos números era universal. Depois aprendi que através de vastas experiências, que certas espécies de animais são dotadas de uma categoria de discernimento direta dos números. Assim um passarinho que aprendeu a escolher seu alimento entre dois pequenos montes de grão geralmente consegue distinguir três de um, três de dois até seis de três, entre muitos outros exemplos que não cabe aqui citar.

Vim de uma família tradicional judaica de origem europeia: de forma que meus avós, tanto paternos como maternos, eram bastante observantes das leis e vida judaica. Boa parte de minha adolescência morei em Botucatu, uma cidade do interior do estado de São Paulo, onde meus pais tinham negócios, que é famosa por ser uma das cidades que possui um dos maiores índices de escolas e universidades por unidade de habitante, além de ser a segunda cidade com mais médicos por habitante do estado.

Lá moravam algumas famílias de judeus, entre eles comerciantes, professores universitários, entre outras. Devido ao excelente clima, meus pais, Sr. Jacques e Dona Mina, lá se estabeleceram, onde sempre mantiveram o espírito de receber pessoas com alegria. Assim, faziam questão de transformar nossa casa em um centro judaico, com a presença de vários amigos judeus e suas famílias, comemorando algumas das festas do calendário judaico, com almoços, jantares e churrascos repletos de muita alegria. Lembro-me das várias vezes por mês que vinha a capital, nas quais frequentava a Sinagoga de meu avô materno Sr. Chaim Tzvi Hakohen Farber, de abençoada memória, onde deliciava-me com os cânticos litúrgicos nas rezas, afora os petiscos oferecidos no final do serviço, tanto lá como na casa dele.

Em 1982, durante meu período universitário, tive o mérito de conhecer como mestre e amigo, um dos mais famosos intelectuais que pertence a liderança da comunidade judaica de S. Paulo, o Rabino Y. David Weitman que com o devido carinho, atenção e grande sabedoria em ampla área do judaísmo, obtida através de um processo de introspecção e do estudo e da sabedoria suprema da Torá, me fez retornar a prática fiel dos princípios do judaísmo (Baal Teshuvá) de forma bem mais profunda, aproximando-me do aprendizado da mística judaica encontrada nos textos sagrados, a qual me chamou muito a atenção.

Aprendi desde então que a guimátria, também chamada de gematria, ou seja, a análise hermenêutica das palavras bíblicas em hebraico, atribuindo de maneira Divina, um valor numérico definido a cada letra, ou simplesmente, a numerologia judaica, é uma ferramenta extremamente importante, como se fosse por analogia, um microscópio eletrônico para desvendar mistérios e informações, que a princípio estão interpolados no "DNA" do texto da Torá.
Desde então, prazerosamente, dediquei-me com o devido afinco, a conhecer este assunto com a profundidade e a honestidade que merece, já que meus conhecimentos de matemática de nível superior auxiliaram-me em muito neste caminho.

Existem situações em nossa vida que a princípio podemos ver como algo indesejável. Fico me perguntando o porquê daquele acontecimento justo comigo, apesar de que, muitas vezes sem querer, sou o elemento aglutinador do fato. Mas com o decorrer do tempo, comecei a ver que tudo, realmente tudo, é por Providência Divina (Hashgachá Pratit), e se o Bom Deus permitir, vou pouco a pouco, entendendo que os motivos que me levaram àquela determinada situação "desagradável", foram realmente para um bem muito maior.

Certa ocasião há muitos anos, fui convidado a visitar a biblioteca judaica de um querido amigo. Ela era bastante diversificada com relação aos temas, contendo uma gama de livros, muitos deles em outras línguas. Ao me aproximar da estante, involuntariamente acabei me esbarrando com determinada força, que caiu sobre mim, um livro que estava mal colocado a uma altura razoável. De fato, chegou até a fazer um "galinho" na testa, ou seja, um pequeno hematoma.

Mas ao cair do livro, as páginas se abriram é consegui ver uma infinidade de valores numéricos associados a frases em hebraico relativas à liturgia judaica, assim como códigos e letras com palavras hebraicas concernentes à Torá, ou seja, à Bíblia.

Sintetizando, meu amigo acabou me dando o livro de presente, dizendo que "o livro me buscou" e que nada mais era do que a vontade dos Céus. Dediquei-me praticamente durante um ano para interpretar e entender os vários códigos que estavam cifrados no livro, mas por fim, me agregou conhecimentos bastante significativos.

Este livro que você está lendo se embasa e aproveita muitos dos temas do também de nossa autoria, Numerologia Judaica e Seus Mistérios, ao qual dediquei quase mil horas de trabalho e pesquisa ao escrevê-lo, durante três anos, e que foi lançado inicialmente em 2001. Contou com várias edições e inúmeros elogios, além de ser traduzido ao espanhol e inglês. Foi fruto de mais de vinte anos de incansáveis estudos com autoridades rabínicas, livros, artigos, professores e principalmente alunos, que tive a honra de ensinar durante alguns anos, tanto em salas de aula, palestras em diversos salões e sinagogas e também em vários programas conceituados de televisão tendo, com ajuda de Deus, vários milhões de telespectadores.

Nestas duas décadas após o lançamento, agradeço muito ao Altíssimo, que me permitiu ter acesso a um conhecimento ainda mais amplo a respeito do assunto de inúmeras formas, principalmente comprando títulos novos, outros usados nos "sebos internacionais", e alguns de autoria de gigantes Rabinos da idade média e até bem mais antigos, recentemente republicados em um linguajar mais acessível. Também ouvi inumeráveis palestras em sinagogas e pela internet. Aprendi de colegas, amigos e até de muitos visitantes estrangeiros, que tive a alegria de receber no Shabat em nossa casa, além de um grande número de buscas procurando soluções para alguns temas difíceis e encontrando outros que não esperava, mas principalmente insights, acreditem, muitos deles até sonhando após um dia intenso de dedicação nos estudos.

Em variadas situações, encontrei na Torá uma perfeição matemática tão significativa, que levei minhas mãos à cabeça e disse "Uau! Que incrível!" e com vontade de sair divulgando imediatamente a maravilhosa descoberta ao mundo.

Como cita a famosa frase filosófica, "quanto mais nos aprofundamos no estudo, temos ciência de que menos sabemos". Cada dia se faz sentir esta verdade.

Neste livro, uma das dificuldades que encontrei, e que demandou um tempo bastante significativo, foi de buscar as fontes judaicas, entre outras mais de caráter científico, para dar embasamento sólido às afirmações citadas.

Como já dito, mesmo com boa parte deste livro contendo os conceitos básicos, que foram demonstrados em nosso livro anterior, Numerologia Judaica e Seus Mistérios, neste, foram agregadas uma gigante quantidade de material e conceitos novos, fazendo com que, modéstia à parte, seja atualmente uma das poucas obras do gênero, que oferece uma visão tão ampla e diversificada do assunto, fundamentada em fontes sérias.

A grande maioria dos assuntos aqui mencionados envolve um conhecimento de matemática do ensino médio. Entretanto, em alguns casos, os conceitos são bem mais sofisticados. Diante disto, fiz questão de utilizar uma metodologia e didática explicativas com exemplos, fórmulas e figuras, propiciando ao leitor uma leitura mais leve e fluida. Mas se, mesmo assim tiver dificuldades é evidente que poderá encontrar na internet a maioria dos conceitos matemáticos com riqueza de detalhes.

De modo geral, para facilitar, as palavras e frases em hebraico estão transliteradas em itálico e traduzidas.

Graças ao Bom Deus, este livro conta com a confiança e cartas de aprovação de diversas autoridades rabínicas, de várias sinagogas e centros judaicos, que me enchem de satisfação e gratidão.

(AGRADECIMENTOS)

Este livro foi escrito com o generoso auxílio de incontáveis pessoas durante muitos anos, as quais compartilharam comigo profundo conhecimento em distintas áreas. Sinceramente, manifesto meu maior apreço a todos vocês.

Por outro lado, desde já, aproveito a oportunidade para pedir desculpas antecipadas aos leitores, caso eu tenha cometido algum erro na presente obra. Não obstante, tenho a esperança de que meu trabalho seja do agrado de Deus, levando em conta que o objetivo principal de meus esforços, com a capacidade que o Eterno me cedeu, foi a de trazer satisfação e deleite ao Criador, assim como a de deixar um legado espiritual aos meus descendentes, uma vez que, como é de notório saber, os assuntos relacionados à sabedoria da Torá são eternos.

Sobre o autor

David Zumerkorn

 Mestre em Engenharia Mecânica. Foi professor de Matemática Avançada. Estudou mais de 35 anos com ilustres rabinos. Autor de vários livros, em especial, na área da Numerologia Judaica (Guimátria), sendo traduzidos para várias línguas. Participou de diversos programas famosos na televisão brasileira. Escreveu inúmeros artigos para jornais e revistas a respeito da Cabalá, Códigos da Torá e, principalmente, sobre a autêntica Numerologia, sendo considerado hoje uma das maiores autoridades no assunto.

Comentários

"Observei o livro desse estudioso, que é uma grande e dedicada obra, no qual ele bebeu em fontes de sabedoria para saciar sua sede na Torá oculta, Deixará satisfeitos, tanto os que pesquisarão os temas místicos de nossa sagrada Torá, como em geral e em particular, São todas palavras muito elevadas as quais valem a pena explorar conforme indica a lógica, De fato, ele vasculhou e encontrou a joia preciosa nessas palavras misteriosas, Essa é uma obra da qual deve se orgulhar, esse honrado Sr. Dr. David Zumerkorn - que Deus o proteja e o conserve - e que bênçãos abundantes o preencham."

Rabino Elie Bahbout
Chefe do Instituto para preparação de Juízes Rabínicos "Bircat Avraham" - Jerusalém, Israel

*   *   *

"O brilhante autor Prof. David Zumerkorn, através de uma narrativa didática, descreve com maestria os conceitos e fundamentos do universo da numerologia judaica, Com certeza a leitura desse livro ainda mais completo, será um estímulo aos que desejam, beber nas águas sagradas de nosso tesouro maior que é a Torá dada a Moisés, nosso mestre."

Rabino Dudu Levinzon e Rabino Moishy Libershon
Centro de Juventude Espaço K - S. Paulo, Brasil

*   *   *

"Ao observar esta obra do meu estimado amigo Prof. David Zumerkorn, vejo que ele soube aproveitar ao máximo de seu talento espiritual, e de forma didática passou uma ideia bem complexa de seu conhecimento de numerologia, como também, não poupou esforços para entrar nos mínimos detalhes para que sua obra ficasse completa."

Rabino Shamai Ende
Diretor Geral da Yeshivá Tomchei Tmimim Lubavitch - S. Paulo, Brasil

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