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  • Inquisição: Prisioneiros do Brasil

Inquisição: Prisioneiros do Brasil

Autor: Anita Novinsky
SKU: 514
Páginas: 244
Avaliação geral:

As fontes apresentadas nesta importante obra da renomada historiadora e pesquisadora Anita Novinsky levam os leitores a um mundo luso-brasileiro subterrâneo e clandestino e descortinam "outra" história do Brasil, ainda oculta e em grande parte inexplorada, ao tratar dos 1076 prisioneiros levados do Brasil para os cárceres da Inquisição em Portugal, durante a época colonial, porque sentiam e pensavam "diferente".

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Descrição

Foram levados do Brasil 1076 prisioneiros para os cárceres da Inquisição em Portugal, durante a época colonial, porque sentiam e pensavam "diferente".
Judaísmo, luteranismo, islamismo, assim como feitiçaria, sodomia, bigamia, proposições heréticas e blasfêmias, eram considerados crimes e punidos com degradação moral, exílio, confisco, cárcere perpétuo ou morte na fogueira.
Como a sobrevivência do Tribunal dependia do confisco, o moloch inquisitorial clamava por mais oferendas, recriando as heresias sempre que arrefeciam.
A Inquisição foi sobretudo uma instituição racista, que discriminava e excluía, por lei, os descendentes de judeus, árabes, ciganos, negros e mulatos, até onde a memória podia chegar.
A esta imposição forçada de crença e pensamento, os diversos grupos étnicos responderam com uma contestação clandestina, recusando os dogmas, semeando a livre crítica e perpetuando seus costumes ancestrais.
A este mundo subterrâneo e clandestino luso-brasileiro levam as fontes que são aqui apresentadas, em Inquisição: Prisioneiros dos Brasil, da renomada historiadora e pesquisadora Anita Waingort Novinsky, e que descortinam "outra" história do Brasil, ainda oculta e em grande parte inexplorada.

Sobre o autor

Anita Waingort Novinsky

foi uma das maiores historiadoras brasileiras, especializada na Inquisição portuguesa no Brasil, nos costumes dos criptojudeus e no renascimento da consciência judaica destes, 200 anos após o fim da Inquisição no Brasil.

Nascida em Stachow (Polônia), imigrou com sua família para o Brasil quando tinha um ano de idade. Graduou-se em Filosofia pela USP (1956), especializou-se em Psicologia pela USP (1958) e em Racismo no Mundo Ibérico pela École des Hautes Études en Sciences Sociales et Religiouses (1977), e obteve o doutorado em História Social pela USP (1970) e o pós-doutorado pela Universidade de Paris I (1983), tendo sido Livre Docente da USP até o fim de sua vida.

Foi a fundadora do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da USP e era considerada uma autoridade no tema da Inquisição. Professora emérita da Universidade de São Paulo e professora-visitante em universidades americanas e francesas, foi autora de nove livros e uma centena de artigos no Brasil e no exterior.

Em 2013, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico outorgou a ela a distinção de Pioneira da Ciência no Brasil em homenagem à sua trajetória como investigadora.

Faleceu no dia 20 de julho de 2021. 

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