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Tijolos do bem

Reflexões do Fundador da Cyrela
Autor: Elie Horn
SKU: 146985
Páginas: 192
Avaliação geral:

Biografia do empresário Elie Horn, um homem de negócios, mas, acima de tudo, um grande questionador e humanista, convicto de sua fé, que conquistou seu espaço fundando a Cyrela Brasil Realty, uma das maiores incorporadoras do Brasil. Empresário e filantropo, é um homem preocupado com a sociedade cuja prioridade é direcionada especialmente à educação em geral, criando oportunidades para que crianças, jovens e adultos tenham uma vida com dignidade.

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Disponibilidade: Imediata

Descrição

Um livro sobre Elie Horn não se resume a uma biografia individual, mas sim coletiva e solidária. Sua missão de vida lhe é muito clara, e sua espiritualidade toca o coração dos que estão à sua volta. Ele não admite uma vida sem propósito e se preocupa com atitudes que espalhem o bem, para colher os frutos de uma sociedade melhor e com mais empatia.

Uma autobiografia pode não acrescentar conteúdo à vida de outra pessoa, já os atos inspiradores podem impactar positivamente por várias gerações. Ele é um homem de negócios, mas, acima de tudo, um grande questionador e humanista, convicto de sua fé.

Empresário e filantropo, é um homem preocupado com a sociedade. Sua prioridade é direcionada especialmente à educação em geral, criando oportunidades para que crianças, jovens e adultos tenham uma vida com dignidade.

Sua infância e adolescência foram difíceis. Entretanto, com muita determinação e otimismo, trazendo consigo princípios éticos, trabalhou desde muito cedo. Conquistou seu espaço, fundando a Cyrela Brasil Realty, uma das maiores incorporadoras do Brasil. Em cada conquista profissional, traz um benefício à sociedade. Fundou e apoiou diversas ONGs e continua criando e incentivando novos projetos sociais. Ele não para de produzir o bem, empoderando as pessoas e ensinando-as a gerir seus próprios negócios.

Estimular a cultura de doar e conscientizar a sociedade sobre a responsabilidade individual no Brasil e no mundo são atitudes rotineiras em sua vida.

Sua vida ética e filantrópica é uma mensagem do bem aos leitores, nestes momentos de escuridão e incertezas, e uma inspiração rumo ao refinamento da alma para a atual geração e para as futuras, principalmente para seus netos, bisnetos, trinetos e tataranetos, aos quais ele dedica esta obra.

Índice e trechos

Índice

PREFÁCIO
PONTO1: ORIGENS
PONTO 2: A ALMA DA CYRELA
PONTO 3: SIMPLESMENTE O BEM
PONTO 4: O BEM PELO BEM
PONTO FINAL (por enquanto)
NOTA DA EDITORA

*

Acredito que o leitor irá se envolver e admirar essa pessoa com características tão marcantes que dificilmente se combinam numa mesma pessoa – de um lado, um empresário muito competente que construiu um verdadeiro império; de outro, um homem extremamente generoso que se dedica a fazer o bem. 
Roberto Setúbal

*

Eu tenho uma mensagem para todos os profissionais:
Não tenha pena de si e trabalhe muito, gaste pouco, não olhe o relógio e tente se esforçar cada vez mais. Quanto mais produzir e menos gastar, mais dinheiro irá acumular no decorrer do tempo, seja muito ou pouco, saiba que vai ganhar.
O luxo e a humildade correm o risco de não andarem juntos (...) Tanto na vida familiar quanto no trabalho, é preciso haver equilíbrio entre o orgulho e a humildade, entre o supérfluo e a necessidade. Minhas reflexões me levam à espiritualidade.
Elie Horn

*

O fio condutor que atravessa minha vida pessoal, familiar e profissional é fazer o bem, sem limites. Reconheço que sou intenso, convicto e gosto de tudo feito para ontem. Na minha pauta diária, tenho a missão de proporcionar às pessoas de baixa renda uma vida com mais oportunidades; a pobreza me machuca. Investir no bem faz parte da minha missão, pois o mundo pode ser o palco do bem. Meu objetivo é ser uma ponte, intermediando o doador e o receptor, facilitando o caminho e a confiança no investimento social. É uma ação genuína que me move - o bem pelo bem, e não para satisfazer meu ego. Gostaria de levar todos nessa viagem comigo, como se fosse um trem passando e carregando em seus vagões os passageiros que, juntos, levam mais empatia para toda a humanidade. Pode parecer ingenuidade, mas é um sentimento real. 
Chegamos nus ao mundo e assim o deixaremos; somos todos iguais. E como não levaremos nada desse mundo, é um dever contribuir em vida para o bem-estar do próximo. Não estou falando de caridade apenas, mas de dar ferramentas e oportunidades para a construção da autonomia e dignidade das pessoas. 
Minha vida se mescla entre o trabalho e a espiritualidade. Quando me perguntam a razão da filantropia, respondo com mais indagações. Meu pai me ensinou o caminho, e, depois que ele faleceu, comecei a me perguntar: Por que nascemos? Por que estamos vivos? A vida precisa ser viva e não morta; ela precisa ter significado e conteúdo. Passar uma vida sem descobrir o nosso propósito é uma tristeza.
Por esse caminho de questionamentos constantes - "Qual é o propósito da vida? Para onde se vai na vida? A alma é eterna?" -, vou me desprendendo do materialismo e dando sentido espiritual à vida. O dinheiro egoísta é aquele que é guardado só para si. A caridade ou a filantropia são iguais e têm o mesmo valor, e o importante é fazer. Sou capitalista para ganhar dinheiro e socialista para dividir o que ganho com quem precisa. A única coisa que você leva dessa vida é o bem que você fez, portanto não é preciso esperar a morte para depois doar.
Elie Horn

Prefácio

Tive grande satisfação em ler o livro que descreve a trajetória da pessoa e do empresário Elie Horn, e procurei, dentro das minhas limitações, escrever um prefácio que fizesse jus a tudo o que ele representa, tão bem descrito no livro.

Em certo momento de nossas vidas, buscamos um propósito para dar um sentido a nossa existência, e, como não existe uma única forma de satisfazer esse sentimento, cada pessoa encontra seu próprio caminho por meio de diferentes ações. Alguns dedicam sua existência a Deus, outros ao trabalho, outros ao amor, outros a ajudar o próximo, outros a alguma missão a que se propõem. Enfim, há diversas possibilidades que podemos seguir para dar sentido a nossa presença no mundo.

Conheci Elie Horn em 1993 ao adquirir um apartamento da Cyrela, negociando pessoalmente com ele o fechamento da transação, num episódio que me marcou profundamente e me permitiu entender, em um ato, quem era ele e qual era seu propósito de vida. Esse episódio está descrito no livro, o que me deixou sensibilizado por perceber que também foi marcante para ele, possivelmente porque ele sabe que sua proposta de doação do nosso desacordo comercial foi especial, inspirando-me a fazer muitas doações ao longo de minha vida. Aprendi com ele que a razão para doar é a própria doação.

Neste livro não veremos simplesmente a história de um empresário de sucesso; aqui está descrito o sentir e pensar desse homem, uma pessoa dedicada à filantropia.

Elie Horn escolheu "fazer o bem" como propósito de vida, o que é louvável especialmente por utilizar a maior parte do patrimônio que construiu com muito trabalho ao longo de sua vida como alavanca para ajudar os outros, fazendo grandes e pequenas doações, pois ele valoriza qualquer ajuda ao próximo, grande ou pequena. Para ele, o importante é fazer o bem diante da necessidade de alguém. Dessa forma, deu também um sentido ao seu trabalho e à riqueza acumulada, já que, para ele, tanto um como o outro não são um propósito em si, e só fazem sentido se forem dedicados a fazer o bem e ajudar aqueles que têm menos condições. Como descobriremos nestas páginas, essa é sua grande motivação para trabalhar - uma motivação social acima de tudo.

Essa atitude descreve a vida de Elie e tem sua origem na convivência com seus pais. Imigrou para o Brasil com seus pais e irmãos e sentiu, ainda criança, o que é lidar com dificuldades financeiras, o que deixou marcas profundas em sua formação, pois também aprendeu que não podemos desistir e que perseverar no trabalho é o caminho para superar as dificuldades. Também foi muito cedo que descobriu, com seu pai, a alegria no ato de doar; entendeu, conforme ensina a religião judaica, que a doação faz mais bem ao doador do que àquele que a recebe, e assim a generosidade passou a fazer parte de sua vida. A religião exerceu forte influência em Elie, que também desenvolveu uma profunda espiritualidade. Ele vive permanentemente questionando a si e a seus interlocutores com diversos temas, entre eles, o sentido da vida, o porquê de estarmos vivos, a existência de Deus e a vida eterna. A única resposta que parece fazer sentido ao Elie para essas questões é: fazer o bem.

Veremos que sua disposição para o trabalho combinada com um excelente tino para os negócios e uma extraordinária percepção de pessoas foram os elementos-chave para seu sucesso empresarial, criando a Cyrela e levando-a a se tornar a maior e, reconhecidamente, a melhor construtora e incorporadora de imóveis residenciais do Brasil. Seu estilo simples, aberto e direto, olho no olho, sem hierarquia, alinha-se com sua personalidade e foi também marcante na formação da empresa.

É de se esperar que uma pessoa que escolhe como propósito fazer o bem tenha elevados princípios éticos. E encontramos esses princípios não apenas nas palavras ou doações de Elie, mas também os veremos incorporados na cultura da empresa, sendo orgulho para todos que lá trabalham, relatando diversos episódios em que esses valores falaram mais alto em momentos que podemos chamar de "hora da verdade". A coerência das atitudes em todos os campos de atuação de Elie é bastante visível em vários aspectos de sua vida, reforçando que o escopo escolhido vai muito além das palavras: ele faz parte da alma de Elie Horn.

Hoje, com orgulho e desprendimento, Elie passou o comando da Cyrela para os filhos, acreditando que, para ter sucesso no negócio de incorporação, é essencial o comando do empreendedor-dono, pois apenas ele pode assumir os riscos envolvidos nessa atividade. É fascinante observar no livro como os filhos claramente entendem, apoiam e admiram o pai no seu propósito de vida, embora essa atitude os afete patrimonialmente.

Com os filhos tocando os negócios, Elie se dedica primordialmente à filantropia, apoiando diversas ONGs com grande envolvimento pessoal, as quais visita pessoalmente, discute suas ações e programas, falando com admiração de suas atividades, as quais parece conhecer em detalhes. Essa é uma de suas características - envolver-se profundamente, indo no detalhe em tudo o que faz. E continua a procurar e se envolver com outras ONGs com a mesma energia de sempre - afinal, fazer o bem não tem fim.

Acredito que o leitor irá se envolver e admirar essa pessoa com características tão marcantes que dificilmente se combinam numa mesma pessoa - de um lado, um empresário muito competente que construiu um verdadeiro império; de outro, um homem extremamente generoso que se dedica a fazer o bem.

Roberto Setúbal

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