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  • Talit Super Acrilã com Listras Brancas e Prateadas

Talit Super Acrilã com Listras Brancas e Prateadas

SKU: 14540
Ano: 2017
Avaliação geral:

Xale de oração de Super acrilã importado de Israel, disponível no tamanho 50 (1.70x1.20M). ''Super acrilã'', é um tecido considerado mais nobre, lembrando-se um pouco da lã ao tocar-se. Além disso, também é um tecido leve que não aquece o corpo e não gera um desconforto como alguns tecidos. Ele é firme, não deslizando e caindo dos ombros ao colocá-lo.

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Disponibilidade: Imediata

Descrição

Xale de oração de Super acrilã importado de Israel, disponível no tamanho 50 (1.70x1.20M). ''Super acrilã'', é um tecido considerado mais nobre, lembrando-se um pouco da lã ao tocar-se. Além disso, também é um tecido leve que não aquece o corpo e não gera um desconforto como alguns tecidos. Ele é firme, não deslizando e caindo dos ombros ao colocá-lo.

 

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TALIT

Durante as orações matutinas, os homens põem uma espécie de xale denominado Talit, com franjas pendentes em seus quatro cantos. A Torá exige que todas as vestimentas de quatro cantos tenham estas franjas, ou Tsitsít: "E as vereis e lembrareis de todos os mandamentos do Eterno, e os fareis; e não errareis indo atrás de vosso coração e atrás de vossos olhos, atrás dos quais vós andais errando." É claro que esta é uma ordem muito elevada para estes pequenos fios cumprirem, mas isto é característico do judaísmo. Precisamos estar cientes de nossas obrigações; a falta de consciência é o estado natural da maioria das pessoas, na maior parte do tempo. Envolta em um manto, a Torá, planejada para nos recordar de Deus, faz com que seja um pouco mais difícil irmos atrás de nossos olhos.

 

Vestimentas de quatro cantos eram convencionais e eficazes como lembretes na Israel antiga. Agora que a indumentária mudou, só as vemos durante os serviços religiosos. Os judeus mais religiosos, portanto, colocam um pequeno xale de quatro cantos com Tsitsít, usado diariamente sob as suas camisas para preservar este mandamento em sua forma original. Envolto por este Talit, fica mais difícil deixar nossas mentes se distraírem.

 

Extraído do livro BEM-VINDO AO JUDAÍSMO, de Maurice Lamm.

 

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Por que se usa o talit (xale de orações)?

 

talit (plural talitót, e não talessim) é usado como um lembrete para que se observem as leis de Deus e, desse modo, se obtenha santidade. Os cabalistas falam do talit como uma vestimenta especial que inspira temor e reverência durante a oração. Originalmente, a palavra significava "túnica" ou "manto". Nos tempos antigos, este manto, que se parecia com um cobertor, era usado pelos homens e provavelmente era parecido com o abaya ("cobertor") que os beduínos usam ainda hoje para proteger-se do clima.

A fonte da lei que exige o uso do talit é a Bíblia. Deus disse a Moisés: "Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que façam para eles franjas sobre as bordas de suas vestes... e as vereis e lembrareis todos os mandamentos do Eterno..." (Números 15:37:41). O próprio talit foi criado para servir como uma vestimenta externa na qual estas franjas (tsitsiót, plural de tsitsit) pudessem ser penduradas.

 

talit é usado por homens quando rezam nos serviços religiosos matutinos (exceto em Tishá Be-Av - data da destruição do Templo de Jerusalém - quando o talit e os tefilin são usados somente durante o serviço de Minchá, o ofício da tarde), no Shabat e nos dias de festa. Sempre que o líder do serviço religioso, o chazan (cantor) está conduzindo a reza da congregação, ele usa um talit. No serviço de Maariv, o ofício da noite, dos dias de semana, o baal tefilá (oficiante) não usa talit. Nas orações da noite de Shabat e festas, o cantor usa talit.

 

Extraído do LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS, de Alfred J. Kolatch.


Trechos

DO LIVRO
JUDAÍSMO PARA O SÉCULO 21

 

TSITSÍT

Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que façam para eles franjas sobre as bordas de suas vestes, pelas suas gerações; e porão sobre as franjas da borda um cordão azul celeste... e lembrareis todos os mandamentos do Eterno, e os fareis; e não errareis indo atrás de (pensamento de) vosso coração e atrás (à vista) de vossos olhos... Eu sou o Eterno, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus.
Números 15:37-41

Franjas farás para ti e as porás nos quatro cantos da tua vestimenta.
Deuteronômio 22:12

(1) Vestuário e personalidade

Todos nós já experimentamos os efeitos psicológicos das roupas. Sabemos como podem melhorar ou piorar nosso ânimo. Acima de tudo, as roupas nos tornam conscientes da nossa dignidade humana e condição moral.

O ASPECTO PSICOLÓGICO

Uma moça suíça conheceu um estudante africano em Londres e casou-se com ele. Ele era o rei de uma tribo no Malawi e, quando foram para a casa dele, ela viu-se na condição de rainha. Notou que as mulheres da tribo eram apáticas e indiferentes, quase animalescas na sua letargia. Praticamente não vestiam roupa alguma. Então, mandou trazer fardos de tecidos coloridos para que elas fizessem vestidos. Quando se viram trajadas, houve uma dramática mudança naquelas mulheres. Tornaram-se vívidas, interessadas, entusiasmadas e ativas. Seu aspecto humano desabrochou.


(2) A função do Tsitsít

A origem da vestimenta do modo como a Torá descreve foi o de cobrir a vergonha dos primeiros seres humanos, quando estes falharam em cumprir a primeira missão que o Altíssimo lhes designou (Gênesis 3:7,11,21). O senso de vergonha é precioso; é a voz de Deus conclamando a que nos elevemos acima dos nossos desejos animais e egoístas. Uma das funções da roupa é lembrar-nos da nossa condição humana superior.
Isto se aplica a todos os seres humanos. Por que a Torá pede a nós, judeus, que usemos franjas (Tsitsít) nas bordas de nossas vestes? A própria Torá nos dá a resposta: "e lembrareis todos os mandamentos do Eterno e os fareis". Como isto é feito? Devemos presumir que, assim como a Milá tem um efeito em nossos corpos, os Tefilín em nossa cabeça e braço, a Mezuzá em nossos umbrais, nos santificando e a nossos lares e orientando-nos para propósitos apropriados, o Tsitsít santifica nosso vestuário do mesmo modo. A palavra Tsitsít tem o sentido de crescer, florescer. Tsíts quer dizer "brotar". Em outras palavras, a Torá deseja que nossas roupas nos façam dar frutos espirituais. 
As roupas admoestam cada um de nós: sejam humanos! Você são mais, muito mais que macacos com cultura. Usem vosso regalo Divino do livre-arbítrio para subirem ao topo do vosso potencial moral. 
O Tsitsít nos augura que as roupas que vestimos por sermos humanos possam florescer num pleno comprometimento da nossa condição adicional de judeus.

(3) Atado e ao mesmo tempo livre

Se examinar um Tsitsít mais cuidadosamente, você notará que cada ponta consiste de quatro fios de linha, inseridos por um buraco feito na borda de uma veste e dobrado em forma de "oito". Os dois grupos de quatro são amarrados juntos e atados firmemente, enrolando um dos fios em volta dos outros sete. (Veja figura 3). A parte atada não deve exceder o comprimento de um terço do todo, para que dois terços do Tsitsít estejam livres. 
Sabemos que o "seis" representa o mundo físico e o "sete", a dimensão espiritual da mente e do livre-arbítrio (capítulo 41/1). O número "oito", conectado a Shavuót e Sheminí Atséret, simboliza uma dimensão espiritual acima e além da mente humana: a fonte Divina da Torá (capítulo 43/2 e 47/2). Portanto, amarrar o oitavo fio em torno dos outros sete, como ilustrado graficamente abaixo, nos mostra a função das Mitsvót, que exercem seu benéfico controle sobre nossas atividades mentais e físicas.
Mas dois terços do Tsitsít pendem livremente. As restrições da Torá servem para nos orientar na direção certa. Contudo, muito é deixado por conta da decisão de cada indivíduo. As diretrizes da Torá nos dão espaço para desenvolvermos nossos potenciais do modo que melhor se adaptem a nós. A extensão do que é "livre", no Tsitsít, é duas vezes maior que a extensão do que é "atado". 

(4) Linha azul celeste

A Torá exige que o oitavo fio seja tingido de azul celeste - Techélet. Era esta a tonalidade usada nas vestes do Sumo Sacerdote (Êxodo 28:31) e que fazia lembrar a tonalidade dos oceanos e do céu. Objetos na linha do horizonte, tais como uma colina distante, também nos parecem azuis. Esta cor, portanto, simboliza a dimensão espiritual e os limites do alcance da nossa mente, realçando para nós o significado do "oito".
Ao longo do tempo, a arte de se produzir o Techélet foi perdida. É uma cor que pode ser simulada por outros pigmentos, mas a Torá insiste apenas no Techélet. Grandes esforços tem sido feitos em Israel par redescobrir o Techélet. Mas enquanto isto não for feito, usamos um fio branco em seu lugar. Contudo, a própria ausência do Techélet do nosso Tsitsít ensina que nossa missão como judeus só pode ser cumprida com Torá e Mitsvót autênticas e não por meio de substitutos ou simulações. O Tsitsít com seus oito fios, tenham eles o Techélet ou um fio branco, nos caracterizam como "homens de um chamado sagrado" (veja capítulo 26) e como "membros" de um "reino de sacerdotes e nação santa" - nossa descrição quando recebemos a Torá. (Durante séculos, um sistema numérico vem transmitindo a idéia de um Deus único, ao qual nossas vidas são dedicadas. Veja Figura 3. Isto se baseia no sistema da Guemátria - os valores numéricos das letras hebraicas. Veja Tabela 9.) 

(5) Quatro cantos

Este mandamento exige que coloquemos o Tsitsít nos quatro cantos das nossas roupas, indicando "os quatro cantos da Terra". Com este ato lembramos que o chamado que recebemos como judeus não serve somente para nós, mas que deve beneficiar toda a humanidade.


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CURIOSIDADES DO
LIVRO JUDAICO DOS PORQUÊS


Por que muitos judeus usam talitót grandes?
Muitos judeus ortodoxos e conservadores acreditam que o talit deve cobrir uma grande parte do corpo, se ele for classificado como uma "vestimenta", na qual devem estar suspensas as franjas. A maioria dos judeus usa um talit do tipo "cachecol". Este tipo de talit é considerado adequado já que o mandamento exige o uso de tsitsiót e não do talit. O Código de Lei Judaica estabelece que o tamanho mínimo para o talit deve ser suficiente para "cobrir um menino pequeno capaz de andar".
A bênção recitada ao envolver-se com o talit termina com as palavras lehitatêf betsitsit ("envolver-se com o tsitsit").


Por que o azul é a cor usual do bordado do talit?
O azul faz lembrar o cordão azul que se acrescentava às franjas (tsitsiót). O mandamento está explícito no Livro de Números (15:38) "e porão sobre as franjas da borda, um cordão azul celeste." O cordão azul não é mais usado porque se desconhece a origem dessa tintura. Em seu lugar, o azul passou a ser a cor das listras do talit.
O Talmud (Menachot 43b) indica que o azul era a cor preferida dos judeus porque o Mediterrâneo, a maior superfície aquática perto da Israel antiga, apresenta esta coloração. A tradição diz que esta cor é um reflexo do trono de Deus que, acredita-se, é decorado com safiras.


Por que alguns talitót tem listras pretas em vez de azuis?
Alguns estudiosos acham que, por se desconhecer a origem natural do azul original (techélet) seria impróprio tentar imitá-lo por meios artificiais. Ao usar o negro, em vez do azul, se chama a atenção para a diferença, e isto serve para nos lembrarmos pungentemente de Deus, sendo esta a intenção original da legislação.
Outros estudiosos creem que o azul foi proibido nos tempos dos romanos porque eles se opunham ao uso desta cor pelas pessoas comuns (o azul era uma cor reservada para a nobreza).

Modo de Usar

Extraído do SIDUR COMPLETO 

VESTINDO O TALlT
Deve-se verificar os fios (do Tsitsít) e dizer:
Barechí nafshí et Adonai, Adonai Elohai gadálta meód, hod vehadar laváshta. Ôte or cassalmá, notê shamáyim cairiá.
Ó alma minha, bendiz o Eterno! Ó Eterno, meu Deus, como és maravilhoso! Majestade e glória Te envolvem. Um manto de luz Te reveste; estendes a vastidão do céu como se fora a coberta de uma tenda.

Costuma-se dizer ainda:

Leshem yichud cudsha berich hu ush'chintê, bidchílu urchímu, leiached shém iod-hê bevav-hê beyichuda shelim beshém col Yisrael. Harêni mit?atef batsitsít, ken tit'atef nishmati urmach evarai ushessá guidai beor hatsitsít haole tar'iag. Ucheshem sheani mitcasse betalit baolam hazé, cach ezke lachaluca derabanan, ultalit naá laolam habá began Éden. Veal iedê mitsvat tsitsít, tinatsel nafshí ruchi venishmati utfilati min hachitsonim. Vehatalit tifros kenafêha alehém, vetatsilem kenésher iair kino, al gozaláv ierachef. Utehê chashuvá mitsvat tsitsít lifnê hacadosh baruch hu keílu kiyamtíha bechol peratêha vedicdukêha vechavanotêha, vetar'iag mitsvót hateluiót bá, amen sêla.
Pela unificação do nome do Santíssimo - bendito seja Ele e Sua Presença! -, com temor amoroso, para unificar o nome "iod-hê" com "vav-hê" em unidade perfeita em nome de todo o povo de Israel. Assim como estou envolvendo-me com o Tsitsít, que se envolva minha alma e meus 248 órgãos e 365 nervos com a luz do Tsitsít, que perfaz 613. E da mesma forma que me cubro com o Talit neste mundo, que eu mereça o manto dos sábios e um belo Talit no mundo vindouro no Jardim do Éden. E que através do mandamento do Tsitsít, minha alma, meu espírito e minha oração sejam salvos das forças impuras. O Talit estenderá suas asas sobre eles e os resguardará "como uma águia que desperta a sua ninhada, que adeja sobre seus filhotes". E que o mandamento do Tsitsít seja considerado importante perante o Santíssimo - bendito seja! -, como se o tivesse cumprido em todos os seus detalhes, particularidades e intenções, assim como todos os 613 mandamentos vinculados a ele, Amen sêla.

Antes de envolver-se com o Talit, deve-se abençoar de pé:
Baruch atá Adonai Elohênu mélech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehit'atêf betsitsit.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do universo, que nos santificaste com os Teus mandamentos e nos ordenaste que nos envolvamos com o Talit.

Envolver-se com o Talit significa colocá-lo sobre a cabeça, cobrindo, assim, os ombros e as costas. Após a bênção, deve executar este procedimento e permanecer assim por alguns segundos, e dizer:
Ma iacar chasdechá Elohim, uvnê adam betsel kenafêcha iechessaiun. Yirveiun midéshen betêcha, venáchal adanêcha tashkem.
Ki imechá mecor chayim, beorechá nir'e or. Meshóch chasdechá leiodeêcha, vetsidcatechá leyishrê lev.

Quão preciosa é Tua benevolência, ó Deus! Todos refugiam-se à sombra das Tuas asas. Fartar-se-ão da gordura da Tua casa, e beberão da corrente das Tuas delícias. Pois Contigo está o manancial da vida, na Tua luz veremos luz. Estende Tua benevolência aos que Te conhecem, e Tua justiça para os retos de coração.

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