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Hagadá de Pêssach (com Tradução e Transliteração) - 1 unidade

16ª Edição - Revisada e Reeditada
Autor: Jairo Fridlin
Editora: Sêfer
SKU: 1144-1
Páginas: 126
Avaliação geral:

Todo cerimonial da noite de Pêssach é apresentado de forma precisa e didática, em três versões, lado a lado: o original em hebraico - com letras grandes e claras para a leitura, a tradução para o português - ampliada, e não meramente literal, para ser lida em voz alta e compreendida por jovens e adultos, e a transliteração (pronúncia fonética) de todas as preces e canções - para aqueles que não sabem, ou não se lembram mais, lerem em hebraico.

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Descrição



A mais conhecida e utilizada Hagadá em português, depois de mais de 25 anos de seu lançamento e 15 sucessivas edições, perfazendo 35.000 exemplares, ganhou um banho de modernidade e foi inteiramente revisada e reeditada.

O que já era bom ficou ainda melhor e mais caprichado, mais nítido, mais clean, mais moderno. Compare e perceba!

Nela, todo o cerimonial da noite de Pêssach - a Páscoa judaica - é apresentado de forma precisa e didática, em três versões, lado a lado: o original em hebraico - com letras grandes e claras para a leitura, a tradução para o português - ampliada, e não meramente literal, para ser lida em voz alta e compreendida por jovens e adultos, e a transliteração (pronúncia fonética) de todas as preces e canções - para aqueles que não sabem, ou não se lembram mais, ler em hebraico.

Fora isso, esta Hagadá, completamente ilustrada (por Ruben Rosenberg) e colorida, traz as orientações práticas de como conduzir a cerimônia em seus mínimos detalhes, além de comentários interessantes sobre diversas passagens do texto, para dar mais conteúdo e significado a estes momentos de alegria pela libertação física e espiritual do povo judeu, que celebramos na festa de Pêssach.

Já adotada por diversas escolas e entidades judaicas, é a Hagadá ideal para toda a família, pois todos à mesa poderão seguir o cerimonial, cada um à sua forma, mas em conjunto e sem perder a página.

Para mais informações sobre Pêssach, visite o nosso blog:
Pêssach ? Blog da Editora e Livraria Sêfer (sefer.com.br)

Ver também:

Hagadazinha de Pêssach
Par de Pêssach (Hagadá e Hagadazinha)
Sidurzinho para Crianças
Sidurzinho e Hagadazinha de Pêssach
Sidurzinho e Sidur Falado Kids

Trechos

Alguns comentários que ilustram a obra:

HA LACHMA
O primeiro trecho da parte em que relatamos o Êxodo do Egito faz uma constatação, um convite e preconiza um anseio.

Primeiramente, ao erguermos um pedaço de Matsá, constatamos o sofrimento de nossos antepassados que, além de trabalharem em regime de escravidão, eram alimentados pelos egípcios com um pão duro e seco, não tão apetitoso como um pão fermentado e macio.

A hospitalidade é uma das mais antigas virtudes do povo judeu, assim como a preocupação com as pessoas menos afortunadas. Por isso, convidamos aqueles que não têm condições de celebrar seu próprio Sêder para fazerem-no conosco.

Ao mesmo tempo, porém, pedimos a Deus que possibilite-nos realizar nosso Sêder de forma mais completa, não só com a pobre Matsá, mas também com a suculenta carne do carneiro de Pêssach, que voltaremos a oferecer assim que Ele tiver compaixão de nós e fizer chegar o advento messiânico e a reconstrução do Templo de Jerusalém!


AVADIM HAYINU
Muitas pessoas tentam esconder, ou mesmo apagar da memória, sua origem, principalmente quando esta foi humilde e sofrida. Nós, os judeus, fazemos questão de recordá-la constantemente. Mencionamos, diariamente, em nossas preces, que fomos escravos no Egito e que Deus nos libertou dessa precária condição humana. Este constante recordar e relembrar serve para que sempre tenhamos em mente que Deus não apenas rege o mundo pela natureza, como também através dos anais da história universal. Assim, a cada dia temos de apreciar e valorizar nossa liberdade, e estarmos conscientes de nossa responsabilidade de manter e transmitir os valores judaicos às gerações que nos sucederão, como forma de garantir e perpetuar nosso estado de homens livres.


MITECHILÁ
Havia uma discussão no Talmud por ocasião da elaboração da Hagadá, sobre como deveria iniciar-se a resposta às quatro perguntas formuladas anteriormente. Samuel, chefe da academia talmúdica de Nehardea, achava que deveria iniciar-se com "Avadim hayínu"; Rav, chefe da academia talmúdica de Sura, era de opinião que deveria iniciar-se com "Mitechila". Ambos os trechos acabaram fazendo parte da nossa Hagadá, pois cada um deles refletia um aspecto diferente da escravidão: "Escravos fomos do Faraó" - a escravidão física; "Em tempos muito antigos" - a escravidão espiritual. Não bastava serem livres de corpo; tinham de ser também livres de espírito!

Várias vezes nós, os judeus, fomos ameaçados por esses dois tipos de escravidão: aquela que nos era imposta de fora para dentro e que ameaçava nossa sobrevivência física, e aquela a que nós mesmos nos impomos e que destrói espiritualmente os judeus que se afastam de Deus e abrem mão das tradições e práticas religiosas que herdamos de nossos pais. 

A Hagadá nos ensina que tanto uma como a outra é sinônimo de escravidão.

Prefácio

Introdução


Um momento todo especial na vida familiar judaica é a hora do Sêder. Nele, o povo judeu resgata sua memória tri-milenar e vivencia a época na qual uma grande família conquistou sua liberdade e soberania e passou a conviver no palco das nações como um povo no sentido mais pleno.
É revivendo os episódios desta saga que culminou no Êxodo do Egito que a família judaica se congraça e renova sua crença num mundo livre e mais humano, acalentando a chama da tradição e a aspiração messiânica, sob a égide do Estado de Israel e a grande esperança de continuidade depositada nos jovens e nas crianças do nosso povo.

Esta Hagadá, que ora apresentamos, reflete este anseio. Dirigida aos públicos jovem e adulto, ela pretende reforçar o elo de ligação entre as gerações, possibilitando a todos acompanhar juntos as sublimes lições que há milênios nossos antepassados revivem nas duas primeiras noites de Pêssach.
Através de recursos gráficos sofisticados e uma preocupação constante com a didática e a clareza dos textos, esta Hagadá almeja fortalecer a tradição do Sêder nos lares judaicos - de um Sêder com conteúdo religioso, à maneira tradicional.

Nesse sentido, esta Hagadá traz, lado a lado, um moderno texto hebraico, sua transliteração (pronúncia fonética), para aqueles entre nós que ainda não aprenderam nosso idioma sagrado, sua tradução para o português, tradução esta explicativa, bem acessível e adaptada para a leitura em voz alta, instruções concisas sobre os procedimentos usuais durante o Sêder, tanto para ashkenazim como para sefaradim, e breves comentários sobre alguns trechos relevantes e conhecidos. As ilustrações e todo o colorido pretendem, ao mesmo tempo, encher os olhos das crianças e servir como instrumento didático para certas nuances da Hagadá.

A sensação de dever cumprido sentiremos se mais chefes de família "ousarem" organizar um Sêder em suas casas e descobrirem quão prazeroso, fácil e recompensador é para um pai ou uma mãe transmitirem eles mesmos aos seus filhos a emoção e responsabilidade de ser judeu.

São Paulo, Adar de 5753, Março de 1993.

Jairo Fridlin

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