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A trajetória de Max Lowenstein como mecenas

Masp, Museus Regionais e Sociedade Pedro II
Autor: Ester Loewenstein
SKU: 14411
Páginas: 270
Avaliação geral:

Narra a trajetória do judeu brasileiro (de origem alemã) Max Lowenstein como mecenas das artes no Brasil e sua atuação frente ao Masp, na criação de museus em diferentes regiões do pais, a exemplo do Museu de Arte Moderna de Salvador, tendo implantados museus em Feira de Santana, Campina Grande, Olinda, Araxá, Belo Horizonte e Porto Alegre, e ainda sua participação na Sociedade Pedro II - sempre em estreita colaboração com Assis Chateaubriand.

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Disponibilidade: Imediata

Descrição

Nascido em Bielefeld, Alemanha, em 1894, Max Lowenstein imigrou ao Brasil em 1925, junto com sua esposa Lilly Ebstein Lowenstein, ilustradora científica e microfotógrafa (ver Ciência e Arte, livro e exposições realizados pela Narrativa Um sobre a sua trajetória). Em 1927, Max fundou a metalúrgica Aliança, que cresceu muito nos anos 1930 e 1940 e se tornou, depois, um importante mecenas da cultura e das artes, contribuindo para o Museu de Arte de São Paulo (Masp), Museus Regionais e sociedade Pedro II.

Em 1952, a Fabrica Aliança de Artefatos de Metal instalou seu escritório no 10o andar do moderno edifício Guilherme Guinle, na rua Sete de Abril 230, Centro da cidade de São Paulo, onde ficavam as sedes do Masp, dos Diários Associados, do Museu de Arte Moderna (MAM), da TV Tupi e da Cinemateca Brasileira. Com isso, se estreitaram ainda mais as relações entre Max e Lilly e Assis Chateaubriand

Apoiador decisivo do museu, Max assumiu a presidência do Masp em outubro de 1965, substituindo Horácio Lafer, que faleceu repentinamente durante uma viagem a Paris. Foi sob a presidência de Max Lowenstein, em marco de 1966, que se deu a cerimônia de finalização e descobrimento da laje da cobertura do edifício que abrigaria o Masp no Trianon.

O projeto dos Museus Regionais foi uma iniciativa de Assis Chateaubriand que contou com apoio decisivo de Max e Lilly Lowenstein. A proposta era reproduzir a experiência do Masp e estabelecer museus em diferentes regiões do pais, assim como havia ocorrido com o Museu de Arte Moderna instalado no Solar do Unhão em Salvador, Bahia. Foram implantados museus em Feira de Santana, Campina Grande, Olinda, Araxá, Belo Horizonte e Porto Alegre.

A Sociedade de Estudos Históricos Dom Pedro II, também iniciativa de Chatô e que, com apoio de Max, patrocinou pesquisas, viagens de estudo e a edição de livros de autores como Gilberto Freyre, Luis da Câmara Cascudo (em seus estudos sobre história da alimentação no Brasil e na África), Pedro Calmon, Yan de Almeida Prado, Joaquim Verissimo Serrão e Alberto Gueiros (em seu livro sobre o barroco).
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