As 3 Dimensões da Kabalá
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  • As 3 Dimensões da Kabalá

  • Essência, Infinito e Alma (4ª edição)
  • Autor:
  • Páginas: 200

  • Apresenta os princípios da sabedoria da Kabalá de maneira clara e compreensível a todos os interessados em conhecer seu verdadeiro teor. É uma rica e didática introdução à Kabalá que levará o leitor a entender que o grande mal que aflige a humanidade é o egoísmo, e os seres humanos devem enfrentá-lo através do altruísmo e do ato de dar.
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Traz à luz implicações teóricas, meditativas e mágicas, por meio da tradução e de comentários do texto mais misterioso de todos os escritos cabalísticos conhecidos. A tradução do texto original, em hebraico e aramaico, baseia-se na versão chamada Gra, tida como a mais autêntica. Inclui ainda a versão resumida, a versão longa e a versão de Saadia, tornando esta obra a mais completa editada até hoje.
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Apresenta a metodologia dos antigos cabalistas e suas técnicas meditativas derivadas dos profetas da Bíblia, e brinda os leitores com relevantes trechos do "Zôhar", de "Os Grandes Hechalot" (texto básico da escola da Mercabá), de "Vida do Mundo Futuro" de Abraham Abuláfia, de "Portões da Santidade" de Josef Gikatalia, e alguns dos "Portões da Inspiração Divina" da escola luriânica, textos secretos de grandes cabalistas.
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O autor busca ajudar a alcançar uma compreensão nova e madura de Deus, conduzindo o leitor na descoberta de uma fonte de elevação Divina dentro de si mesmo. Fundamentado em ensinamentos da Cabalá e em linguagem simples e cotidiana, com toques de graça e humor, desperta o leitor a experimentar uma conexão pessoal com Deus, descobrir sua verdadeira identidade, propósito Divino e felicidade.
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Traz os princípios da sabedoria da Kabalá expostos e explicados de maneira clara e compreensível a todos aqueles interessados em conhecer de perto o verdadeiro teor do tema. É uma rica e didática introdução à Kabalá.

O autor, um estudioso nascido no Uruguai que vive em Jerusalém há vinte anos, além de rabino é também um compositor de renome, e muitas de suas obras ja foram executadas por grandes orquestras ao redor do mundo.

Sua maior preocupação, ao escrever este livro, foi justamente a de separar o joio do trigo - a verdade da Kabalá das pseudo-verdades anunciadas e difundidas sem critério ou responsabilidade, que acabam alimentando um enorme número de leitores ávidos por informações sobre o tema.

De acordo com Zukerwar, o estudo da Kabala só é válido se realizado dentro do contexto da Torá, uma condição que fundamenta toda sua obra.

Segundo o rabino Chaim Zukerwar, o grande mal que aflige a humanidade é o egoísmo, e os seres humanos devem enfrentá-lo através do altruísmo e do ato de dar.

*  *  * 

“O domínio de uma sabedoria baseia-se no conhecimento dos códigos que levam à compreensão dos fenômenos aos quais ela se dedica. Numa época como a nossa, na qual a informação circula vertiginosamente, influenciando e moldando a opinião pública sem critério ou rigor, textos e manuscritos antigos sobre a Kabalá são muitas vezes traduzidos e levados a público de forma subjetiva, pouco responsável. Esta conduta dá origem a inúmeros mal-entendidos acerca da índole, do significado e do propósito de um material singularmente rico, e acaba criando e alimentando uma corrente de leitores aficcionados a diversas formas de “misticismo”, “ocultismo”, “esoterismo” etc. Tais “ismos”  manipulam trechos isolados, incompletos, de textos e códigos referentes ao tema, contribuindo apenas para aumentar a confusão e a desinformação no que diz respeito aos objetivos do trabalho espiritual judaico.

Por isso, ensinam nossos sábios que é fundamental aprender de um verdadeiro iniciado a linguagem, a terminologia e os objetivos da Kabalá. Somente assim podemos evitar a interpretação dos textos fora do contexto da Torá. O oposto resultaria apenas na produção de sincretismos, pseudoespiritualidade e mitificação.

Há chegado o momento de descernir onde impera a confusão. É fundamental explicar a sistemática dos registros e dos códigos da sabedoria da Kabalá. É preciso conhecer profundamente a “Sfat ha-Anafim”, a linguagem das Ramificações, assinalando com exatidão a direção e o objetivo de cada um de seus conceitos.”

Chaim David Zukerwar



“RELIGIÃO”, “DEUS” e “ALMA”


Muitos dos termos que costumamos empregar ao nos referirmos a temas como judaísmo e espiritualidade chegaram a nós através de traduções e possuem uma carga de subjetividade quanto ao seu significado e a seus objetivos. Isso afeta não somente a quem se aproxima da Sabedoria de Israel através de textos traduzidos, mas também chega a um nível ainda mais profundo, deformando nossa percepção do judaísmo. Em outras palavras: Acostumamo-nos a avaliar e interpretar a Sabedoria de Israel de acordo com parâmetros estranhos à nossa própria tradição.

Termos tão familiares como “Religião”, “Deus” e “Alma”, a partir dos quais surgem as discordâncias entre os defensores da “Religião” e dos chamados “laicos”, são conceitos estranhos ao judaísmo. Tais conceitos baseam-se em traduções simplistas e errôneas que dividiram os homens e criaram confusão em nosso mundo espiritual.

O vocábulo “Religião” provém do latim re-ligare, que quer dizer “voltar a ligar aquilo que foi desconectado”. Esse conceito não aparece nos textos da tradição hebraica, nem em nossa tradição oral até a Idade Média. Neste período, os sábios judeus eram pressionados a participar de confron-tações verbais, com o intuito de demostrar a validade da espiritualidade do povo de Israel.

Baseados nisso, Sábios como o Rabino, Médico e Poeta Iehudá Halevi (século X) em seu livro “o Cuzari”, e Maiomônides (século XIII), especificamente em seu “Guia dos Perplexos”, encontraram-se forçados a declarar que a Torá de Israel é também uma “Religião”, organizada com bases lógicas e sobre uma estrutura desenvolvida. Por isso recorreram ao vocábulo Dat, que significa norma e iniciação.
O judaísmo consiste na iniciação de um povo inteiro nas normas/mitsvot** que os aproxima, gradativamente, ao Cadósh Barúch Hú *.

Essas normas constituem as leis objetivas a partir das quais o Cadósh Barúch Hú conforma Sua Criação, e que, codificadas, nos são transmitidas através da Torá.

A palavra “Religião” não é aplicável ao judaísmo, uma vez que confunde e faz com que este seja interpretado com base em doutrinas estranhas. O conceito “religar” implica no ato de voltar a ligar duas ou mais coisas separadas.

A Criação está permanentemente unida ao Cadósh Barúch Hú – do contrário, não existiria. O dilema está na forma em que o homem, síntese da Criação, se relaciona e percebe o Cadósh Barúch Hú: com a consciência de que Ele e sua Criação são uma Unidade, ou fracionando a continuidade da realidade e da vida.

Nossa tradição descreve que todos os aspectos da vida são diferentes graus de uma mesma e única realidade, o Infinito/Ein-Sof. Esta realidade gerada pelo Cadósh Barúch Hú contém todos os estados possíveis, e é ilimitada e indivisível.
A palavra “Deus” deriva do latim Deus, que, por sua vez, provém de Zeus, divindade da mitologia grega, filho de Cronos, “Deus” do tempo. Isto dificulta nossa compreensão e deforma nosso conceito da realidade, já que pretende definir a base e objetivo da Torá de acordo com uma lógica humana limitada pelo espaço e pelo tempo.

Nossa tradição nos transmite que: “Antes da emanação das emanações e da criação dos mundos, a Luz do Infinito preenchia toda a realidade” (livro “Ets Chaím” - a Árvore das Vidas), sendo a Criação uma projeção inferior de Sua mesma Luz.

Na Torá, nos livros dos Profetas, Escritos, etc. encontramos dez nomes gerais que designam dez formas através das quais o homem pode perceber a plenitude da Luz Infinita que se expande desde a Essência do Criador (consulte o vocábulo NOMES no capítulo “Conceitos Básicos”).
Todos os nomes e denominações que a Torá emprega não se referem à Essência do Criador, já que SUA Essência encontra-se além de qualquer nome e denominação possível. Os nomes mencionados na Torá em referência ao Criador indicam a percepção que o homem tem da plenitude da Luz que se expande de SUA Essência, denominada na linguagem da Kabalá, Atsmút.

A confusão e a falta de rigorosidade continuam quando chegamos ao conceito “Alma”. Aqui, geralmente se multiplicam as definições, ficando finalmente o conceito pendente em uma áurea “espiritual” e “mística”, sem conteúdo, objetivo nem direção. Isto quer dizer que, quando se fala de “Alma” ou espírito, trata-se geralmente, como nos casos de “Religião” e “Deus”, de traduções inexatas das noções  originais hebraicas.

A Luz projetada desde o Infinito dentro do espaço da Criação adquire diversas gradações à medida que desce e distancia-se de sua origem e de sua fonte.

Estes graus da Luz do Infinito, em sua descida pelos diversos mundos, adquire características diferentes, de acordo com a sua distância espiritual em relação à fonte que a emite, o Infinito/Ein Sof.

Por isso, a tradição da Kabalá possui uma vasta e exata nomeclatura, que indica os diferentes graus e formas através das quais a “Alma” se manifesta. O estudo dessa nomeclatura (a qual desenvolveremos ao longo de nosso livro), tanto em sua forma teórica como na aplicação das Mitsvót, é a base do estudo da Sabedoria da Kabalá.
_______________________

* Mitsvót: Código que inclui 613 instruções contidas na Torá, para o trabalho espiritual do povo de Israel.
** Cadósh Barúch Hú: Denominação hebraica empregada para designar, de forma geral, o Criador.
ÍNDICE

INTRODUÇÃO
“Religião”, “Deus” e “Alma”
A linguagem da Sabedoria
A percepção da realidade
O espiritual e o material

A ALMA
Néfesh - Rúach - Neshamá
A alma de acordo com a narração da Torá

COORDENADAS ESPIRITUAIS
A vontade, o tempo e o espaço
O espaço espiritual da alma
Os estados da vontade e do desejo

A ESSÊNCIA, O INFINITO E A ALMA
Atsmút, Ein-Sof, Neshamá

OS 32 CAMINHOS DA SABEDORIA
A Árvore das Vidas/Ets Chaím

ARTE, FORMA E SUBSTÂNCIA
A arte de Israel: forma e substância
A música e a arte de Israel

A PAZ E A GUERRA
A maldição de Caim

ANTES DO NASCIMENTO E DEPOIS DA MORTE
As rotações da alma

O ENCADEAMENTO DOS MUNDOS
A articulação dos estados espirituais

OS ESTADOS DA ALMA
Princípios gerais da Kabalá para o trabalho espiritual nas leis da Torá e as Mitsvót

DA TEORIA À PRÁTICA
Quatro práticas ancestrais do povo de Israel 

Conceitos básicos
Índice de diagramas
Bibliografia
Compositor, conferencista e estudioso da Sabedoria Interior de Israel, nasceu em Montevidéu, Uruguai, em 1956.

Formado pelo Conservatório Nacional de Música de Montevidéu, concluiu seu master em Composição e Música Eletrônica na Universidade Hebraica de Jerusalém.

Desde sua adolescência dedicou-se ao conhecimento das diferentes disciplinas espirituais, concentrando seu estudo na Sabedoria Interior de Israel: a Kabalá.

Posteriormente aprofundou seus conhecimentos na tradição de Israel em Centros Rabínicos em Jerusalém, onde conheceu, em 1988, o seu atual Mestre e Sábio Kabalista, o Rabino Mordechai Shainberguer, continuador e herdeiro direto da tradição Kabalística do Rabino Iehudá Leib Ashlag, autor de dezenas de obras que abrangem todo o aspecto da Sabedoria da Kabalá.

Depois de vários anos de intensa atividade musical e docente na América Latina e tendo sido destacado e premiado por sua obra, instalou-se definitivamente em Jerusalém, em 1989.

Em Jerusalém continuou sua atividade de compositor e, paralelamente, passou a organizar e dirigir Centros de Difusão da Arte e da Sabedoria de Israel. Ministra cursos na Universidade Hebraica de Jerusalém, dirige grupos de estudo e é conferencista convidado da Universidade Bar-Ilan e outras. Anualmente é convidado a lecionar em seminários intensivos e dar conferências em importantes instituições da América do Sul.

O motivo central de sua obra, tanto a musical quanto escrita, é a expressão dos valores universais da tradição de Israel. Entre suas composições musicais: “O Cântico do Profeta”- concerto para violino e orquestra, gravado em disco compacto, “O Triunfo de Jerusalém” - variações para piano e orquestra, encomendada para comemorar os 3000 anos da cidade de Jerusalém, “Os dez Cânticos do Rei David” - para violão celo e orquestra, a ópera “José e seus irmãos”, entre outras. 

Suas obras escritas são concentradas na transmissão dos aspectos interiores do Judaísmo, abrangendo temas como: A percepção da Realidade, A Arte Interior, A Psicologia dos Sábios do Talmud e da Kabalá, As Rotações da Alma, etc.

Até seu precoce falecimento em abril de 2009,  atuou como diretor-executivo da Fundação Kalnicki-Gross, que visa incentivar o conhecimento do judaísmo através das artes.

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