O Mais Completo Guia sobre Judaísmo
  • O Mais Completo Guia sobre Judaísmo

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  • Páginas: 496

  • O que faz do judaísmo uma religião singular? O que os judeus encontram em sua crença que lhes dá sabedoria, conforto e plenitude espiritual? Este livro responde essas questões, trazendo o bê-a-bá do judaísmo e apresentando concisamente as principais obras do judaísmo - da Bíblia aos ensinamentos místicos da Cabalá-, a visão judaica sobre sexo, casamento, criação dos filhos, luto e muito mais.
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É claro que você não é tolo. Você sabe que o cristianismo e o islamismo derivam do judaísmo, a religião-mãe, mas não tem certeza do que elas têm em comum e em que são diferentes.

O que faz do judaísmo uma religião singular? O que os judeus encontram em sua crença que lhes dá sabedoria, conforto e plenitude espiritual?

Compreender o judaísmo não é assim tão difícil - especialmente se você tem O Mais Completo Guia sobre Judaísmo nas mãos.

Este livro traz:
  • o bê-a-bá do judaísmo
  • Apresentação concisa das principais obras do judaísmo - da Bíblia aos ensinamentos místicos da Cabalá.
  • A visão judaica sobre sexo, casamento, criação dos filhos, luto e muito mais.
  • Comentários e reflexões sobre os desafios contemporâneos do povo judeu.

Conteúdo em uma olhada

Parte 1: O mundo segundo Deus

1 Ai meu Deus!

Encontrar Deus tal como o judaísmo o define: Não muitos, não três, não dois, mas um Criador Todo-Poderoso que mantém um relacionamento pessoal com as pessoas. Aprenda por que Ele tem dois nomes diferentes e muito mais sobre a Sua personalidade.

2 O homem e a mulher

Por que o homem e a mulher são descritos como sendo “à imagem de Deus”; por que Deus criou dois sexos; o significado de livre-arbítrio; e o propósito dos seres humanos neste mundo.

3 Amigos

Por que as pessoas precisam de outras pessoas - e de ajudar os outros - são os indivíduos mais sortudos do mundo; os relacionamentos sociais e o seu significado; o conceito de responsabilidade mútua; judaísmo, judeus e o resto do mundo.

4 A lei e a ordem

A razão para as leis e um “policial” divino; o judaísmo como uma religião da ação mais do que de crença; e qual parte das suas vidas deverá ser julgada em uma corte celestial.

5 Este é um mundo maravilhoso

Como o judaísmo vê a vida; a vida como um mandamento para se viver, desfrutar, salvaguardar, prolongar e proteger.

Parte 2: Leia tudo sobre isso

6 Este é um mundo maravilhoso

Por que o Pentateuco - os cinco livros de Moisés - é tão reverenciado e estudado no mundo inteiro; suas idéias e mensagens principais, algumas de suas maiores citações e uma breve visita aos seus heróis.

7 Mais sobre a Bíblia

Esteja familiarizado com as maiores obras que se seguem na Bíblia após a morte de Moisés. Encontre profetas e reis, poetas e compositores de cânticos, bem como aquelas figuras imortais cujas lutas e conflitos espirituais nos ajudam a lidar com as questões do bem e do mal até os dias de hoje.

8 As leis e as lendas

O que a Lei Oral, a Mishná, o Talmud e o Midrásh acrescentaram ao legado intelectual, espiritual e cultural do judaísmo.

9 As vozes posteriores do judaísmo

As contribuições dos eruditos posteriores - comentaristas bíblicos, especialistas em legislação, discípulos do estudo místico da Cabalá e mestres da literatura de “Responsa” - o desenvolvimento das idéias e tradições do judaísmo.

Parte 3: O tempo de sua vida

10 O calendário judaico

Como o calendário judaico determina os anos e os meses; por que ele é tão diferente do calendário secular universal; por que o judaísmo reconhece dois Anos Novos diferentes; e o significado espiritual do Shabát semanal.

11 Os Grandes Feriados Religiosos

o que faz Rosh Hashaná (Ano Novo) e Iom Kipur (Dia da Expiação) tão especiais; como o judaísmo lida com o arrependimento e o perdão.

12 É histórico: as três festas de peregrinação

O significado, os símbolos e os rituais das três Festas de Peregrinação - Pêssach, Shavuót e Sucót - seus significados históricos e agrícolas.

 

13 Comer e jejuar

Observando o ano: uma visão de todas as demais datas e feriados religiosos, alegres e tristes; o que eles comemoram e como os seus significados são lembrados.

Parte 4: Do berço à sepultura

14 Mazal Tov: É um menino/menina

Do nascimento ao Bar/Bat Mitsvá: a maneira pela qual o judaísmo recebe um filho para o mundo, bem como para a idade da maturidade.

15 O casamento

Participe de um casamento judaico e conheça seus belos símbolos e rituais; aprenda como o judaísmo ensina  um casal a  se casar - e a permanecer casado.

16 A morte não é orgulhosa

Entenda o significado da morte, os segredos do pós morte, as reflexões do judaísmo para lidar com a perda de pessoas queridas e o luto.

Parte 5: Tudo em família: o lar

17 Bem vindo à minha humilde morada

As coisas que tornam o lar judaico diferente - da caixinha estranha no batente da porta, passando por um quadro especial pendurado na parede leste, a uma parte da casa deixada inacabada de propósito.

18 A cozinha

O que o judaísmo ensina sobre a dieta apropriada; entendendo as leis de comida cosher e por que alguns alimentos jamais podem ser consumidos.

19 A sala de jantar

As leis religiosas para a alimentação - antes, durante e depois; um guia para cardápios especiais judaicos sugeridos e por que há  comidas diferentes apropriadas para cada um dos feriados religiosos.

20 A cama

Um manual do sexo com conselhos da Bíblia, do Talmud e de um conjunto de rabinos que não ficaram constrangidos em compartilhar suas reflexões para tornar as relações sexuais melhores e mais prazerosas.

21 O quarto dos filhos

Como é ter um bebê com os sábios ensinamentos do Talmud, ao invés do Dr. Spock, e aprender o que os filhos devem aos pais e vice-versa.

Parte 6: A sinagoga

22 Vamos dar uma volta

Vamos compreender o significado, o propósito e o simbolismo de tudo o que há numa sinagoga, bem como os papéis específicos dos funcionários religiosos.

23 Vamos rezar

Um guia para o livro judaico de orações e uma explanação das conversas diárias das pessoas com Deus.

 

24 A moda na sinagoga

O “designer de moda” do judaísmo para a sinagoga - do xale de orações (talit) aos filactérios (tefilin); o “o que”, o “ por que” e o “quando”.

 

Parte 7: Questões cruciais

25 Que tipo de judaísmo?

Qual interpretação é a correta? As diferentes correntes do judaísmo, suas diferentes abordagens para Deus, a lei e a vida; as questões não respondidas.

26 O que é mais importante?

Uma tentativa de resumir: podemos condensar o judaísmo em poucas palavras e idéias que captem a essência dos ensinamentos desta religião?

27 Alguma questão da platéia?

Vinte questões - a versão judaica. Uma oportunidade de conhecer as respostas a algumas das perguntas mais perguntadas e fascinantes que as pessoas têm sobre judaísmo.

Parte 8: Seja bem vindo ao século 21

28 Os tempos estão mudando

As mudanças dramáticas no estilo de vida dos judeus de hoje; por que “está na moda” ser judeu; como os três principais movimentos do judaísmo - ortodoxos, conservadores e reformistas - estão lidando com os desafios de uma nova era e como eles estão se adaptando.

29 Problemas, problemas, problemas

As ameaças à sobrevivência judaica; o extremismo, o fanatismo e o fundamentalismo como perigos-chave tanto ao judaísmo quanto à civilização ocidental; o anti-semitismo camuflado como anti-sionismo; as causas do anti-semitismo; o que acontece quando os judeus não são rejeitados, mas bem recebidos, e querem se assimilar.

30 A Bola de cristal: então, como será o futuro?

Será que pode haver judeus sem judaísmo? O judaísmo pode sobreviver sem judeus? Qual é o segredo da sobrevivência judaica? Quem está certo, os otimistas ou os pessimistas, e como nós podemos ter certeza da resposta?

Apêndices

A Glossário

B O seu guia para os melhores sites judaicos

C Museus e exposições

D Organizações judaicas

E Livros bastante recomendáveis para você montar a sua própria biblioteca judaica

Caro leitor,

Se você é judeu, você se sente culpado (embora isso possa parecer redundante) por conhecer tanto sobre tudo, menos sua sobre sua própria herança. As pessoas perguntam sobre a sua religião e você não sabe responder, mesmo que você saiba lhes dizer tudo sobre os últimos livros e peças de teatro, e talvez contar sobre eventos esportivos nos mínimos detalhes os sem piscar os olhos. Não é sua culpa, você se diz, pois ninguém jamais lhe ensinou; mas de alguma forma você se dá conta de que deixou um imenso vazio em sua educação.

Se você não é judeu, você provavelmente fica intrigado pela religião do Povo do Livro. Você sabe que o judaísmo é a fonte de duas outras grandes religiões mundiais: o cristianismo e o islamismo. Você imagina o que este tem a ensinar que acabou por gerar estas outras crenças - e o que fez com que os judeus sobrevivessem como a mais antiga das religiões monoteístas.

Este é um livro que pretende ensinar, não pregar. Trata-se de um assunto sério, mas contado de forma divertida e, sim, de uma maneira bem humorada. Não é porque a religião deva ser tratada de forma superficial, mas porque - e isso é algo que todos nós costumamos esquecer - a religião, especialmente como o judaísmo a vê, deveria nos fazer alegres e felizes. Rir não é inimigo da crença religiosa, mas é produto desta. “E te alegrarás diante do Eterno, teu Deus, com tudo o que possuíres” (Deuteronômio 12:18).

Portanto, eu irei fazer você sorrir enquanto lê e fica mais bem informado sobre judaísmo. Você aprenderá muito, e eu prometo que não irá doer. Como você pode ver, esta é uma versão nova e revisada. A primeira foi desfrutada por dezenas de milhares de leitores, e esta edição inclui ainda mais informação, que a traz atualizada para o século 21. Minha esperança é que, quando você terminar de ler este livro, você chegue à mesma conclusão a que os judeus chegaram ao longo dos séculos: de todos os prazeres da vida, a obtenção de conhecimento é provavelmente a que mais satisfaz.

Benjamin Blech (por ocasião da 2ª edição em inglês)

Trecho - Chanucá não é o natal judaico

Chanucá: ei, este não é aquele “outro” feriado!

Não, não, não, mil vezes não, Chanucá não é o Natal judaico, mesmo que geralmente seja celebrado na mesma época. Na verdade, o dia do mês é idêntico - o Natal é no dia 25 de dezembro e Chanucá, no dia 25 de Kislêv. É verdade também que entre to­das as festas judaicas, muitos judeus que vivem em países cristãos tornaram Chanucá a mais comemorada; afinal de contas, não queremos que nossos filhos sintam-se alienados quando todas as outras crianças estão recebendo presentes. Como o Natal, Chanucá sofre do mes­mo mal: tomou-se uma data excessivamente comercial. Todavia, Chanucá veio antes do Natal e, ironicamente, sua mensagem principal é que os judeus não devem assimilar ou imitar as práticas religiosas dos seus vizinhos!

Para mim é grego

O relato de Chanucá começa com o confronto entre as culturas grega e judaica. Enquanto o helenismo cultuava a sacralidade da beleza, o judaísmo cultuava a beleza da sacralidade. Em matéria de idolatria ao corpo, excelência nos esportes e ginásios que eram modelos para os jogos olímpicos, os gregos eram mestres. O helenismo glorificava o físico; os judeus sustentavam a primazia do espírito.

No século 2 A.E.C. eclodiu em Israel uma batalha pelos corações e almas dos judeus. A triste verdade é que muitos judeus morderam a isca sedutora do estilo de vida grego e seguiram a filosofia dos epicuristas, cujo ensinamento era que o prazer seria o objetivo central da vida: “Coma, beba e seja feliz, pois amanhã você pode estar mor­to”. Esses judeus se autodenominaram helenistas. Os judeus tradicionais referiam-se a eles como apicorus, uma variante do termo epicuristas, ainda muito utilizada hoje em dia para rotular alguém de herético.

Se eu tivesse um martelo

Quem sabe o que teria acontecido se o helenismo tivesse permanecido como uma opção voluntária. Estranhamente, o anti-semitismo às vezes é uma bênção disfarçada. Em 175 A.E.C., Antiocus Epifanes tornou-se rei da Síria. Com o objetivo de unificar seu reinado, ordenou que todos os moradores estavam obrigados a seguir a cultura e a religião grega. Antiocus foi particularmente severo em Israel, onde proi­biu o cumprimento do Shabat, das leis de Cashrut e da circuncisão; quem o desrespeitasse seria condenado à morte. Ele profanou o Templo ao sacrificar porcos sobre o altar e colocar uma estátua de Zeus dentro dele. Isso passou dos limites até mesmo para aqueles judeus que há muito tempo haviam assimilado a cultura grega.

Por isso, o sacerdote judeu (sim, os líderes religiosos judeus da época eram conhecidos como sacerdotes) Matatias e seus cinco filhos lideraram uma rebelião contra aqueles que mancharam a reputação do Templo. “Quem for por Deus que me siga”, gritou Matatias. Milagrosamente, conseguiu arregimentar tantos seguidores que acabou derrotando um império. Sua família era conhecida como a família dos macabeus, que em hebraico significa martelos. O nome era um tributo à força de seus integrantes, especialmente o filho que provou ser o mais ousado e corajoso, ­Judas Macabeu.

A primeira crise de combustível

Os macabeus “martelaram” tanto os greco-sírios que, em dezembro de 164 A.E.C. conseguiram retornar ao Templo, remover todos os ídolos e consagrar novamente o santuário para Deus. A palavra em hebraico para consagração é Chanucá - e foi as­sim que surgiu este feriado.

Contudo, as coisas não terminaram assim: um grande milagre provou que Deus estava por trás da vitória fantástica dos macabeus, Havia no Templo uma menorá, um candelabro cuja luz era o símbolo da Presença Divina e da santidade da Sua casa. Para que fossem cumpridos os rituais exigidos para o acendimento da menorá era necessário óleo casher que, preparado de maneira especial, adequava-se ao uso sagrado, Infelizmente, assim que os macabeus reinauguraram o Templo, deram-se conta de que havia óleo suficiente para apenas um dia e que precisavam de oito dias para a produção de uma quantidade suficiente do óleo.

Eles acenderam a 
menorá com o que tinham e, para surpresa geral, descobriram que o pequeno cântaro de óleo, suficiente para um dia, durou oito. A primeira crise de combustível da história foi resolvida por intervenção Divina!
O que faz isso tão importante é que eles também perceberam, a exemplo do relato de Purim, que Deus estava o tempo inteiro por trás dos acontecimentos. Assim como o óleo durou muito mais do que teoricamente poderia durar, por milagre, os judeus também sobreviveram e venceram desafios tidos como impossíveis porque Deus estava com eles.

Há mais uma coisa sobre o óleo que explica o porquê do relato de 
Chanucá tê-lo como o centro das atenções. À exceção do óleo, todos os demais líquidos misturam-se facilmente entre si. Agora, tente misturar óleo e água: o primeiro se separa e sobe. O encontro com o helenismo, quando o judaísmo quase pereceu através da assimilação, chegou ao fim com um milagre muito apropriado que envolveu um líquido único: o óleo, que se recusa a “assimilar-se”.

A chama que não se apaga

Os judeus celebram Chanucá comemorando a vitória na batalha militar dos macabeus e o simbolismo espiritual representado pela menorá,que foi capaz de nos “iluminar” por muito mais tempo do que seria possível segundo as leis da natureza. O milagre que durou oito dias faz com que o feriado seja comemorado pelo mesmo período de tempo. Todas as noites, as famílias se reúnem e acendem suas chanukiót (plural de chanukiá). 

Uma vela na primeira noite, duas na segunda... até que no oitavo dia é alcançado o número máximo. 
Onde estas chanukiót devem ser colocadas? Junto à janela, visíveis do lado de fora, bem à vista - em Chanucá, os judeus proclamam orgulhosamente ao mundo que não têm vergonha da sua religião nem necessidade de esconder ou “helenizar” suas convicções.

“Roda pião, bambea peão”

Não podemos encerrar este feriado sem mencionar ao menos uma famosa brincadeira que se tornou parte de Chanucá. drêidel (ousevivon) é um pião com quatro lados, cada um deles com uma letra em hebraico. As letras nun, guímel, hê shín iniciam as palavras da seguinte expressão: “Nês gadól haiá shám” ou um “grande milagre aconteceu lá”. Cada letra tem um valor numérico e os participantes giram o pião até que um deles obtenha o maior número de pontos.

Algumas pessoas dizem que a brincadeira começou quando os gregos promulgaram uma lei proibindo os judeus de estudarem a Torá. Para não serem pegos desrespeitando o decreto, os judeus deixavam os piões próximos aos livros; sempre que os oficiais do governo apareciam, eles paravam de estudar e faziam de conta que estavam em um cassino. Através dessa explicação, o drêidel nos faz lembrar dos tempos em que era muito difícil para os judeus seguirem seus estudos e de como devemos agradecer pela nossa liberdade religiosa nos dias de hoje.

Outros eruditos têm uma interpretação diferente para esse costume. Gire o pião. Enquanto ele roda, você observa e pensa: “Onde ele vai parar, ninguém sabe”. Isso é o que chamamos de 
jogo de azar. Algumas pessoas o chamam de sorte. Seja o que for, os judeus acreditam que, assim como no sorteio de Pu­rim, drêidel de Chanucá nos ensina que nada acontece por acaso. A história é contada pelo desenho das mãos de Deus, pelo giro Divino do “pião”. Por isso, nossa História é sagrada e seus momentos especiais tornam-se feriados religiosos.


Benjamin Blech é um educador, líder religioso, escritor e palestrante reconhecido internacionalmente. Ele é o autor de sete livros best-sellers, muito aclamados, cujas vendas somam mais de 150 mil exemplares, incluindo três que fazem parte da popularíssima série Idiot?s Guide (no Brasil, um deles foi publicado pela Editora Sêfer sob o título O Mais Completo Guia sobre Judaísmo). Muitas das suas obras vêm sendo traduzidas para outras línguas. Understanding Judaism: The Basics of Deed and Creed (Compreendendo o Judaísmo: o Básico das Ações e Crenças) foi escolhido pela of Orthodox Jewish Congregations (União das Congregações Judaicas Ortodoxas, EUA) simplesmente como o melhor livro sobre judaísmo dos dias atuais. Acompanhado de um vídeo, filmado pelos produtores de "20/20" [programa de TV americano] e apresentado pelo próprio Blech, atualmente vem sendo utilizado como base para grupos de estudos em inúmeras sinagogas e universidades ao redor dos Estados Unidos. 

Em uma pesquisa americana (do site jewsweek.com), Blech ficou em 16º na lista dos 50 judeus mais influentes dos EUA. Vencedor do American Educator of the Year Award (Prêmio de Educador Americano do Ano), o rabino Blech é professor-associado de Talmud na Yeshiva University desde 1966. 

Blech é rabino emérito da Young Israel of Oceanside, Nova York, onde serviu por 37 anos. Décima geração de uma família de rabinos, ele já formou milhares de relações entre professor e estudante com seu estilo caloroso e cuidadoso. Blech é conhecido por sua capacidade de apresentar idéias complexas de maneira simples e envolvente. Foi presidente do National Council of Young Israel Rabbis (Conselho Nacional de Rabinos da 'Young Israel'), bem como da International League for the Repatriation of Russian Jewry (Liga Internacional pela Repatriação dos Judeus Russos), e também diretor do New York Board of Rabbis (Diretoria de Rabinos de Nova York) e do Rabbinical Council of America (Conselho Rabínico da América). 

Blech realiza com freqüência palestras em comunidades judaicas distantes, como Austrália, África do Sul, Nova Zelândia, Bangcoc, Singapura, Hong Kong, Tóquio e Israel. Mais próximo de casa, ele vem atuando como Professor-Residente em centenas de sinagogas ao longo dos Estados Unidos e Canadá e atua em favor de inúmeras causas judaicas. Suas palestras gravadas têm alcance internacional e estão entre as mais populares entre as milhares disponibilizadas pela Internet por meio do site Aish Hatorah (www.aish.com). 

Blech costuma aparecer em rede nacional de televisão (incluindo o talk show de Oprah), teve um popular programa semanal de rádio em Nova York e já escreveu para Newsweek, The New York Times e Newsday, sem contar um largo e variado número de publicações acadêmicas. 

Blech é um palestrante incomum, eloqüente e talentoso, bem como um renomado teólogo contemporâneo e conferencista religioso que tem causado um grande impacto na vida de milhares de pessoas a quem ele se dirige. Seu web site é www.benjaminblech.com.
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