Salmos - Com Tradução e Transliteração
  • Torá - A Lei de Moisés
  • R$ 150,00
Esta preciosa obra apresenta o texto hebraico da Torá ao lado de sua tradução para o português. Mantendo intactas as interpretações dos comentaristas clássicos, e inspirada no Talmud e no Midrash, foi editada segundo as porções semanais de leitura e por capítulos e versículos, complementada por interessantes comentários e ilustrações.
  • Bíblia Hebraica
  • R$ 85,00
Apresenta a tradução para o português da Bíblia diretamente do hebraico e à luz do Talmud e das fontes judaicas, mostrando a forma como os judeus leem e entendem o texto bíblico há milhares de anos. Isso explicará por que os judeus são como são, em que se baseia a fé judaica ancestral e, talvez, o segredo da sua existência ao longo da história.
  • Torá Hoje
  • R$ 40,00
Compilação de 54 criativas análises sobre cada uma das porções semanais da Torá, em estilo claro e moderno, de modo a aproximar o leitor do precioso mundo da Torá e da forma como o judaísmo encara e enfrenta os desafios da sociedade moderna.
  • Luzes da Torá (1) - Gênesis
  • R$ 25,00
Análise moderna e surpreendente de inúmeras passagens do Gênesis, enfocando sempre seus ensinamentos sobre vida, amor e família, na visão do Rabino Shlomo Riskin.
  • Torá - A Lei de Moisés
    Torá - A Lei de Moisés
    R$ 150,00
  • Bíblia Hebraica
    Bíblia Hebraica
    R$ 85,00
  • Bandeira adesiva de Israel
    Bandeira adesiva de Israel
    R$ 0,50
  • A Ética do Sinai (Pirkê Avot)
    A Ética do Sinai (Pirkê Avot)
    R$ 100,00
  • O Mais Completo Guia sobre Judaísmo
    O Mais Completo Guia sobre Judaísmo
    R$ 85,00
  • Dicionário Português-Hebraico / Hebraico-Português
    Dicionário Português-Hebraico / Hebraico-Português
    R$ 75,00
  • Decifrando a Criação
    Decifrando a Criação
    R$ 35,00
  • Salmos - Hebraico e Português
    Salmos - Hebraico e Português
    R$ 42,00
  • Sidur Completo Sefaradi
    Sidur Completo Sefaradi
    R$ 100,00
    
Um trio de 1ª linha uniu esforços para produzir uma obra que alcançou o mesmo êxito dos livros de oração - Sidur e Machzor - editados pela Editora Sêfer, que já superaram a marca de 40.000 exemplares.

Vitor Fridlin, David Gorodovits e Jairo Fridlin apresentam, lado a lado, o texto hebraico dos Salmos (editado especialmente para este fim) e sua transliteração e tradução para o português, com breves introduções antes de cada salmo, para os leitores saberem a que tipo de situação sua leitura é aconselhada.

O livro - argumenta Jairo Fridlin - tem aspectos bastante inovadores: o texto hebraico é muito clean e fácil de ler, a diagramação é clara, leve; a transliteração segue o estilo que consagrou nosso Sidur, mas a tradução é algo especial: abrimos mão da literalidade em prol da clareza e emoção. A linguagem utilizada, literária e até poética, visa exatamente sensibilizar o leitor e transmitir-lhe um pouco do gostinho e da emoção que o texto hebraico há gerações vem transmitindo aos leitores de todo o mundo.

SUCESSO DE CRÍTICA E VENDAS.
ÍNDICE
Prefácio
Recitação Semanal e Mensal dos Salmos
Salmos de Shabat
Salmos para Datas Especiais.
Oração Anterior à Recitação dos Salmos
Salmos
Livro 1
Livro 2
Livro 3
Livro 4
Livro 5
Oração Após a Recitação dos Salmos
Oração Após a Recitação dos Salmos no Shabat 
e Dias Festivos
Oração pelos Enfermos

*   *   *

Capítulo 1

* O Livro dos Salmos começa apresentando uma orientação para a vida: evitar a influência dos malévolos e dos que ridicularizam o bem, e adotar o estudo e o conhecimento das Escrituras como meta principal. Deus recompensará nossa vida com alegria e significado.

1 Ashrê haish asher lo halach baatsat reshaim, uvdérech chataim lo amad, uvmoshav letsim lo iashav. 2 Ki im betorat Adonai chef’tso uvtorato iegue iomam valaila. 3 Vehaia keets shatul al palguê máyim, asher pirio yiten beito vealehu lo yibol, vechol asher iaasse iats’líach. 4 Lo chen hareshaim, ki im camots asher tidefenu rúach. 5 Al ken lo iacúmu reshaim bamishpat, vechataim baadat tsadikim. 6 Ki iodêa Adonai dérech tsadikim, vedérech reshaim toved.

1 Bem-aventurado o homem que não segue os conselhos dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores e nem participa da reunião dos insolentes; 2 mas, ao contrário, se volta para a  Lei do Eterno e, dia e noite, a estuda. 3 Ele será como a árvore plantada junto ao ribeiro que produz seu fruto na estação apropriada e cujas folhagens nunca secam; assim também florescerá tudo que fizer. 4 Quanto aos ímpios, são como o feno que o vento espalha. 5 Nem eles prevalecerão em julgamentos, nem os pecadores na assembleia dos justos; 6 pois o Eterno favorece o caminho dos justos, enquanto o dos ímpios os conduz à sua ruína.

PREFÁCIO

A Polônia do final do século 18 e início do 19 era pontilhada de pequenas aldeias onde viviam famílias judaicas perdidas em meio à população em geral. Numa delas, a paisagem era dominada pela silhueta majestosa do castelo do Puritz, uma espécie de senhor feudal, a quem todos deviam obediência e reverência. 
Nesta aldeia vivia uma família de judeus, casal e um filho pequeno, cujo comportamento ético e dedicação ao trabalho despertavam e justificavam o respeito que o restante da população tinha por ela. O próprio Puritz dizia que esta família era um exemplo no qual todos deveriam se mirar.
Pouco depois de completar dois anos, o menino ficou órfão: um acidente matou seus pais. Cheio de compaixão e convencido de que o menino teria as mesmas virtudes dos pais, o Puritz , que não tinha filhos, adotou-o, criando-o como se fosse verdadeiramente seu.
Dez anos depois irritou tanto os colegas da escola ao vencer um jogo que eles não conseguiram se conter e gritaram com todas as letras:
— Não importa que você ganhe, pois continua a ser apenas um judeu. E nós não gostamos de judeus.
De volta ao castelo, o menino procurou o pai adotivo a quem contou o que havia acontecido, e sem conseguir disfarçar a indignação perguntou por que o haviam chamado de judeu.
— De fato, já há algum tempo tenho algo para te contar. Antes de mais nada, é preciso ficar claro que te amo tanto quanto se pode amar a um filho natural, mas eu te adotei quando você tinha apenas dois anos, porque teus pais morreram num acidente. Eles eram judeus. Não gosto muito deste povo. No entanto, eles eram honrados, trabalhadores, dignos e eu os respeitava. 
Curioso, surpreso e de olhos arregalados, o garoto ouvia a história sendo contada com muitos detalhes na biblioteca do castelo.
— Você não tem do que se envergonhar, e continuará sendo meu filho amado e herdeiro, independentemente do que os outros digam ou pensem. Quando te adotei, recolhi na casa onde você morou uma pequena caixa que não ousei abrir, mas suponho conter coisas de seus pais.
O pai levantou-se, e foi até um grande armário de onde retirou a caixa e removeu o pó que a cobria. Ambos estavam curiosos em conhecer seu conteúdo: um livro escrito em caracteres que não conhecia e, portanto, incompreensíveis, e um manto branco com listas azuis e franjas nas extremidades. 
Nos dias seguintes, o garoto abriu a caixa várias vezes tentando compreender o mistério das mensagens que aqueles objetos poderiam conter e transmitir. Até que convencido de que havia uma ligação entre aqueles objetos e os tais judeus,  se tomou de coragem e decisão para descobrir quem eram, afinal, os judeus de quem ninguém gostava. Procurou o Puritz  para informá-lo, mas o pai foi caçar. Quando retornou, dias depois, um dos criados entregou-lhe a seguinte mensagem:
“Meu pai, saí em busca dos judeus para saber quem são eles.”
Enfiou num saco algumas roupas e a pequena caixa, única lembrança dos verdadeiros pais. Desceu a colina, chegou ao centro da aldeia e perguntou “onde estão os judeus”. 
— Os judeus deixaram temporariamente nossa aldeia e foram para outra, maior, a dois dias de caminhada daqui, onde tem sua igreja para comemorar um feriado religioso. O caminho é por aqui. Vá perguntando que você chega lá.
A pé, ou aproveitando a boa vontade e o espaço nas carroças, o menino chegou à aldeia ao anoitecer e logo quis saber “onde estão os judeus”.
— Estão ali, na igreja deles que chamam de sinagoga, pois hoje é um dia santo — respondeu um aldeão, apontando para uma pequena rua.
Os judeus celebravam o Col Nidrê, oração que inicia o “Dia do Perdão”. Medindo passos e gestos, o menino entrou na sinagoga e notou que os homens estavam em mantos iguais àquele da caixa e liam de livros escritos com os mesmos caracteres estranhos e desconhecidos do livro deixado por seu pai. Além disso, cantavam uma música que tocava seu coração e penetrava na sua mente de tal forma que não sabia se ria, chorava, ou os dois ao mesmo tempo. Mas tinha vontade de se juntar ao grupo que, embora desconhecido, lhe transmitia a sensação de ser familiar e parte de si. 
De repente, a prece foi interrompida por um grito infantil. Todos se voltaram para a porta da sinagoga, onde o garoto soluçava e gritava:
— Deus meu! Não entendo Tuas letras, não conheço Tua língua e não sei cantar Tuas melodias. Mas receba-me, pois sou apenas um menino judeu  voltando para a Tua casa.

* * *

O quadro atual das comunidades judaicas da Diáspora é o seguinte: a) o hebraico não é bem compreendido por seus membros; b) nem todos tem o privilégio de aprender as nossas Tefilot (orações) e c) muitas de nossas tradições parecem esquecidas. Desta forma, talvez muitos de nós, como a criança judia da história acima, estejam apenas querendo voltar para casa, reencontrar nossos valores, reaprender as tradições que nos permitiram atravessar 2.000 anos de história enfrentando inimigos ferrenhos em cada geração e reacender em nossos corações a fé que determinou o caráter de Abraão, Isaac e Jacob.
Como recapturar os sentimentos que esta fé despertou neles? Como expressá-los em palavras? Ninguém soube fazê-lo melhor do que o Rei David, o doce cantor de Israel cujos Salmos manifestam sua exaltação, esperanças, tristeza e alegria, temor e angústias, perseverança e amor a Am Israel, o Povo de Israel, sempre invocando a ajuda do Eterno e, mesmo nos momentos mais difíceis, manifestando sua confiança absoluta no socorro Dele.
Por intermédio de suas palavras, que a leitura emocionada dos Salmos parece fazer nossas, também derramamos nossa alma perante o Eterno, imploramos por Seu amparo, sentimos a renovação de nossas esperanças e renascemos para a vida reconfortados, certos de que Ele não nos deixará de escutar. Mas, para isso é preciso compreender o que lemos.
Estas as razões porque a Editora Sêfer decidiu publicar este livro, cujo texto em hebraico está transliterado e traduzido, a exemplo dos livros de oração (Sidur e Machzor) anteriormente publicados com grande êxito. Embora sabendo ser impossível reproduzir em qualquer língua o que foi escrito tão magnificamente em hebraico, decidimos ousar.
Partindo de uma tradução literal, consultamos obras de nossos grandes comentaristas (relacionados no livro) para não nos desviar, em momento algum, de seu significado pleno, 
e tentamos reescrever a obra de David em português.
Se a inspiração que moveu o Rei David a nos legar este monumento conseguir atingir os corações e as mentes destes meninos judeus que pretendem voltar para casa, e ajudá-los a recuperar sua herança espiritual, já nos sentiremos recom-pensados.
Possa o Eterno nos abençoar e nos conduzir pela vereda da Vida a uma existência plena de estudo, oração  e Maassim Tovim , boas atitudes.
Que uma Teshuvá completa seja alcançada por cada um de nós. Para que a ética, a prática da nossa religião e seus valores humanitários, a dedicação ao trabalho inspirador e criativo que sempre caracterizou o povo judeu e sua contribuição para o bem-estar dos seres humanos nos permitam constituir uma das parcelas positivas capazes de mudar o destino da Humanidade, dividida e cheia de ódios, desentendimentos, preconceito e incompreensão, para conquistar seus opostos: a compreensão e a paz. 
Para que, afinal, penetre em nossos corações o significado do Salmo 19 como exemplo dos demais: 

"Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento atesta a obra de Suas mãos. Um dia ao seguinte transmite esta mensagem; uma noite à outra a comunica. 
Não é linguagem humana, não há palavras, e som algum é percebido, mas por toda a terra ressoa o que dizem, e até aos confins chega Sua mensagem; 
Para o sol assentou Deus no céu uma tenda; ele é como o noivo que sai da câmara nupcial, e como um herói ansioso para percorrer seu trajeto. Parte de um extremo dos céus e atinge o outro, e nada escapa de seu calor.
A Lei do Eterno é perfeita e reconforta a alma; verdadeiro é o testemunho do Eterno, que torna sábio o mais simples. 
De absoluta retidão são os preceitos do Eterno e trazem alegria ao coração; límpido é o mandamento do Eterno, que ilumina o olhar. 
Puro é o temor do Eterno e perdura para sempre; verdadeiros são os julgamentos do Eterno, todos igualmente justos. São mais desejáveis que o ouro, que o ouro mais refinado; mais doces que o mel que se forma nos favos.
Teu servo se esmera em cumpri-los e sei que grande é a recompensa por sua observação. Mas quem consegue discernir seus próprios erros?
Purifica-me das faltas involuntárias que não percebo.
Preserva-me também dos pecados conscientes, para que não me dominem; serei então plenamente íntegro e estarei inocente de grandes transgressões.
Possam as palavras de minha boca e a prece de meu coração serem aceitas por Ti, ó Eterno, minha Rocha e meu Redentor."

Elul 5759, Agosto 1999.

David Gorodovits
Vitor Fridlin
Jairo Fridlin

JAIRO FRIDLIN, natural de Santo André (SP), estudou na Yeshivá de Petrópolis e na Yeshivat Netiv Meir, em Jerusalém. É sócio-diretor da Editora Sêfer e responsável pelos livros SIDUR COMPLETO e MACHZOR COMPLETO, bem como de vários títulos disponíveis neste site, como a BÍBLIA HEBRAICA, TORÁ - A LEI DE MOISÉS, HAGADÁ DE PÊSSACH, SIDURZINHO e SALMOS. É casado com a fonoaudióloga Sheila e pai de 2 filhos.
DAVID GORODOVITS, natural de Salvador, na Bahia, é pós-graduado em Engenharia Civil e Engenharia de Segurança, tendo feito vários cursos nas áreas de Administração de Empresas e Física. Atuou nos últimos 25 anos na área de Suprimentos e atualmente é o Diretor-Executivo do Centro de História e Cultura Judaica (CHCJ). Mora no Rio de Janeiro há mais de 50 anos e é membro atuante em quase todas as entidades judaicas da cidade, onde encanta os participantes de suas palestras, prédicas e cursos, com pérolas da milenar sabedoria judaica. É membro do Conselho Editorial da Sêfer e participou decisivamente na edição das obras SALMOS, A ÉTICA DO SINAI, TORÁ, O CAMINHO DOS JUSTOS, BÍBLIA HEBRAICA e O QUE É RESPEITAR O SHABAT?. Além disso, escreveu os livros NEGÓCIO FECHADO e NA ESPIRAL DO TEMPO. É casado com a pedagoga Augusta, pai de 3 filhos, 11 netos e 2 bisnetos.

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