O Schabat
  • O Schabat

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  • Páginas: 146

  • O judaísmo, argumenta Abraham Joshua Heschel, é uma religião da temporalidade: encontra suas significações mais elevadas, não na dimensão espacial e nas coisas materiais que a preenchem, porém no tempo e na eternidade que o impregnam, de tal modo que as suas catedrais são, segundo esta visão de Heschel, os Shabatot (plural de Shabat).
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Na busca pelo caminho certo a seguir, o rei dos cazares convida representantes de várias religiões a fim de escolher a mais adequada de todas. Como todos mencionam negativamente o judaísmo, ele acaba convocando também um sábio judeu com quem passa a dialogar e a descobrir os mistérios da fé judaica. Este é o tema desta obra-prima da literatura clássica judaica, O Cuzarí, do Rabino Iehuda Halevi, erudito que viveu na conturbada Espanha do séc. XI.
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Elegante, apaixonado e cheio de amor pela obra-prima Divina da Criação, O Schabat, de Abraham Joshua Heschel, foi desde sua publicação aclamado como um clássico da espiritualidade judaica, e um sem-número de leitores tem buscado em suas páginas um sentido para a vida neste nosso mundo globalizado e voltado para a caça dos valores da materialidade nas lojas de departamento da modernidade.
Nesta breve, porém profunda meditação do significado do Sétimo Dia, um dos mais notáveis mestres do pensamento existencial e religioso da grei israelita introduz a sugestiva, se não fascinante, idéia de uma arquitetura da santidade, surgida, não no espaço, mas no tempo. O judaísmo, argumenta ele, é uma religião da temporalidade: encontra suas significações mais elevadas, não na dimensão espacial e nas coisas materiais que a preenchem, porém no tempo e na eternidade que o impregnam, de tal modo que as suas catedrais são, segundo esta visão de Heschel, os Shabatot (plural de Shabat).
Abraham Joshua Heschel era descendente de proeminentes rabinos europeus por ambos os lados da família. Um de seus ancestrais foi o Rebe Avraham Yehoshua Heshel de Apt. Seu pai, Moshe Mordechai Heschel, morreu de gripe em 1916. Sua mãe Reizel Perlow também era descendente de Avraham Yehoshua Heshel e outras dinastias chassídicas. Ele era o caçula de seis filhos.
Depois de uma educação tradicional e de ter estudado numa yeshiva ortodoxa, concluiu seu doutorado na Universidade de Berlim e obteve sua ordenação rabínica na liberal Hochschule für die Wissenschaft des Judentums. Lá estudou com alguns dos melhores educadores judeus da época: Chanoch Albeck, Ismar Elbogen, Julius Guttmann, e Leo Baeck. Mais tarde, Heschel ensinou Talmud lá.
No final de outubro de 1938, quando ele estava morando em um quarto alugado na casa de uma família judaica em Frankfurt, foi preso pela Gestapo e deportado para a Polônia. Ele passou dez meses dando palestras sobre a filosofia judaica e Torá no Instituto de Varsóvia para Estudos Judaicos. Seis semanas antes da invasão alemã da Polônia, Heschel deixou Varsóvia para Londres com a ajuda de Julian Morgenstern, presidente do Hebrew Union College, que trabalhava para obter vistos para os estudiosos judeus da Europa. Ele nunca mais voltou para a Alemanha, Áustria ou Polônia.
Ele chegou a Nova York em março de 1940 e passou a trabalhar no Hebrew Union College (HUC), o principal seminário do judaísmo reformista, em Cincinnati, por cinco anos. Em 1946, passou para o Jewish Theological Seminary of America (JTS), o principal seminário do judaísmo Conservador, onde atuou como professor de ética judaica e Misticismo até sua morte em 1972.
Heschel explicou muitas facetas do pensamento judaico, incluindo estudos sobre a filosofia judaica medieval, a Cabala e chassidismo. 
No Concílio Vaticano II, como representante dos judeus americanos, Heschel convenceu a Igreja Católica Romana a eliminar ou modificar passagens em sua liturgia que humilhavam os judeus, ou de que se espera a sua conversão ao cristianismo. Em suas obras teológicas argumentou que a experiência religiosa é um impulso humano fundamental, não apenas judaico, e que nenhuma comunidade religiosa poderia reivindicar o monopólio da verdade religiosa.
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