Leis do Ben Ish Chai 1
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Índice

Prefácio à Edição Brasileira

Saudação

Prefácio à Edição em Hebraico

Prefácio do Autor

BERESHIT  Leis referentes ao Talit (parte 1)

NÔACH Leis referentes ao Talit (parte 2)

LECH LECHÁ Leis referentes ao Talit (parte 3)

VAIERÁ Leis referentes aos Tefilin (parte 1)

CHAIÊ SARÁ Leis referentes aos Tefilin (parte 2)

TOLEDOT Leis referentes à Netilat Iadáyim

VAIETSÊ Leis referentes ao recato e à bênção Asher Iatsar

VAYISHLACH Leis referentes à noite
VAIESHEV Leis referentes às bênçãos matinais
       Leis de Chanucá

MIKETS Leis referentes à oração da manhã

VAYIGASH Leis referentes aos pessukê dezimrá

VAICHÍ Leis referentes ao cadish

SHEMOT Leis referentes ao Iotsêr na oração da manhã

VAERÁ Leis referentes à leitura do Shemá (parte 1)

Leis referentes à leitura do Shemá (parte 2)

BESHALACH Leis referentes à Amidá (parte 1)

YITRO Leis referentes ao à Amidá (parte 2)

MISHPATIM Leis referentes à Amidá (parte 3)

TERUMÁ Leis referentes à repetição da Amidá

TETSAVÊ Leis referentes à bênção sacerdotal

     Leis de Purim

KI TISSÁ Leis referentes ao Vidúi e término da oração

VAIAC’HEL Leis referentes à oração da tarde

PECUDÊ Leis referentes à oração da noite

Prefácio à Edição Brasileira

O Rabino Iossef Chayim de Bagdá, conhecido como “Ben Ish Chai”, é sem dúvida um dos mais influentes líderes sefaraditas do final do século 19 e início do século 20.

Seus livros e sua jurisprudência sobre halachá foram amplamente recebidos nas comunidades sefaraditas e marcaram a vida de muitas comunidades. Suas iniciativas foram determinantes para a construção de liderança destas e da continuidade das tradições sefaraditas  mais do que qualquer sábio da época. Seu caminho de como servir a Deus inspirou e continua a inspirar muitas gerações de judeus até os dias de hoje.


Breve Biografia

O Rabino Iossef Chayim nasceu em 5594 (1834), filho do Rabino Eliahu e neto do Rabino Moshe Chayim, o Rabino-Chefe de Bagdá no final do século 19. Iniciou seus estudos com seu tio (irmão de sua mãe), o Rabino David Chayim Nissim, que dirigia o Talmud Torá local, mas já aos 14 anos, apesar de sua tenra idade, foi aceito na Ieshiva de Bet Zilcha, onde estudavam pessoas com mais de 18 anos, lideradas pelo Rabino Abdalla Somech ZT”L, de quem se tornou discípulo muito próximo durante anos.

Em 1851, aos 17 anos, o Rabino Abdalla Somech o escolheu como noivo de sua irmã Rachel.

Após a morte de seu pai, ele iniciou, na prática, sua liderança do judaísmo de Bagdá. Ele nunca aceitou nenhum cargo oficial ou salário da comunidade. Vivia de uma sociedade com seus 4 irmãos e, apesar de não ser sócio ativo, exigia que os negócios fossem feitos com a máxima ética. Financiou a edição e a impressão de seus livros de seu próprio bolso.

Apesar disso, os rabinos de Bagdá, logo após a shivá de seu pai, aclamaram-no como líder máximo da comunidade, e todas as perguntas difíceis dos rabinos ou juízes passaram a ser direcionadas a ele. A conhecida foto do Ben Ish Chai data desta época, quando ele tinha apenas 26 anos (1859).


Estrutura do Livro

O Rabino Iossef Chayim ZT”L usava seus discursos e aulas como forma de influenciar a comunidade. Diariamente, lecionava após a reza de shacharit durante uma hora e meia e, depois de minchá, durante  1 hora. No Shabat, logo após a mincha guedolá, discursava na Sinagoga Salat al Zeyri (pequena sinagoga, onde cabiam 1000 pessoas) durante 3 horas. Nos quatro shabatot especiais do ano (Teshuvá, Zachor, Gadol – anterior a Pêssach – e Calá – anterior a Shavuot)  discursava na Sinagoga Salat al Kbire, onde cabiam 10.000 pessoas.

O livro “Ben Ish Chai” divide as leis por assuntos de acordo com a parashá (porção semanal da leitura da Torá), pois a cada semana ele abordava um tópico que, de alguma forma, relacionava-se com a leitura da Torá daquela semana. O livro é dividido em Shana Rishona (Ano 1) e Shana Sheniá (Ano 2).  Em cada parashá, o livro inicia com explicações cabalísticas muito profundas de algum tópico da parashá e cria o vínculo com o tema das leis a serem abordadas naquele capítulo. (Nesta edição optou-se por omiti-las, com o intuito de focar ao máximo no estudo das leis em si – R.S.S.)

Nos seus discursos, que atraíam multidões, ele sabia alternar midrash, halachá, histórias e mussar, como ele próprio escreve na sua introdução ao livro. Estas Derashot foram proferidas durante 50 anos seguidos e fizeram de Bagdá uma comunidade fenomenal, que gerou muitos líderes e sábios.


Terra de Israel e Ieshivát Porat Iossef

Grande era sua preocupação com os habitantes da Terra de Israel. A santidade da Terra  e a importância de ajudar os judeus que lá moravam eram assuntos sempre lembrados em seus discursos. Seus livros eram impressos na Terra de Israel para gerar mais parnassá  (sustento) aos judeus que lá habitavam.

Em 1869, ele viajou para a Terra de Israel para visitar os túmulos dos tsadikim. Visitou o túmulo do Rabi Shimon Bar Iochai em Meron, onde compôs o canto Vaamarten co lechai recitado até hoje em Lag Baômer. Ao chegar ao túmulo de Benaiáhu ben Iehoiadá, decidiu ficar lá por alguns dias. Depois, contou a seus discípulos que muitos segredos da Torá lhe foram revelados lá e que sua alma estava ligada à raiz  da alma de Benaiáhu ben Iehoiadá e, por isso, também chamou grande parte de seus livros com os apelidos que o Tanach dá a este grande general e sábio da época do Rei Salomão.

Visitou a Ieshiva de cabalistas de Bet-El, em Jerusalém,  onde estudou com seus sábios e, depois, foi a Hebron visitar o Túmulo dos Patriarcas e se encontrar com o Rabino Eliyáhu Mani, o rabino da cidade, que era seu cunhado.

Na sua volta, trouxe consigo um pouco de pó da Terra de Israel, o qual espalhou no piso de sua sinagoga em Bagdá, e uma pedra de  Jerusalém, a qual fixou na parede da frente da sua sinagoga.

O Rabino Ben Ish Chai incentivava as pessoas a construir na Terra de Israel. Ele próprio comprou uma casa e um campo, para poder cumprir os mandamentos relacionados à Terra de Israel.

Por sua influência, o grande benfeitor Iossef Avraham de Calcutá legou sua herança para a construção da Ieshivát Porat Iossef, na Cidade Velha. Ele o convenceu de que era prioritário investir em algo relacionado à espiritualidade do Povo de Israel, em vez de contribuir lá para as obras de um hospital, que era sua ideia inicial. Foi próprio Rabino Iossef Chayim quem indicou o terreno a ser adquirido para a construção da Ieshivá. Dele podia-se ver o Cotel e o local do Bet Hamicdash. E foi desta Ieshivá que floresceu a maior parte da liderança rabínica sefaradita do século 20.


Metodologia Haláchica

Seu método na legislação da halachá era original. Enquanto a maioria dos rabinos levava em consideração somente o Shulchan Aruh do Rabino Iossef Caro e os comentários posteriores, que discutiam situações específicas, o Rabino Ben Ish Chai trazia também deduções da Cabalá do Ari ZAL, que influenciavam as suas decisões sobre a lei prática. Ele também comparava trechos cabalísticos e usava uma lógica racional para solucionar aparentes contradições dos escritos místicos.

Na sua jurisprudência, levava em conta também ideias de diversos legisladores, tantos sefaraditas como ashkenazitas, e geralmente decidia por uma postura mais exigente, de modo a cumprir todas as obrigações das diferentes ideias.

O Rabino Iossef Chayim escreveu mais de 100 livros dos quais 53 foram publicados e impressos. Além de halachá e agadá, suas obras tratam de diversos outros assuntos, como medicina, astronomia etc.

Ele manteve ampla e dinâmica correspondência com os sábios da sua geração, como os sábios cabalistas da Ieshivá de Bet-El, em Jerusalém; com o Rabino Iaacov Shaul Eliashar, o Rishon Letsion – líder dos rabinos sefaraditas da Terra de Israel; com seu cunhado, o Rabino Eliyáhu Mani, de Hebron, e com outros sábios, inclusive ashkenazitas, da Europa Oriental.

Portanto, é com grande alegria que recebemos a tradução do seu livro “Ben Ish Chai” para o português, o que sem dúvida enriquecerá o estudo e a prática da halachá em nossa comunidade.


Rabino Raphael Shammah

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